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ELEIÇÕES 2022

Renan Filho diz ter boas chances de se eleger senador

Redação

08/11/2021 16h04

Renan Filho
Agência Alagoas/ArquivoRenan Filho

Renan Filho disse em entrevista à revista Veja ter boas chances de se eleger senador no pleito do próximo ano, mas deixou em aberto a possibilidade de concluir o mandato para fazer o sucessor e apoiar um candidato ao Senado, também com chances de vitória. O raciocínio faz sentido, afinal, a gestão do governador tem alto índice de aprovação popular e, de burra cheia, ainda pode fazer muita coisa pelo estado.

Mas nem tudo são flores no caminho de Renan Filho rumo ao Senado. Sem um vice para chamar de seu, o governador corre o risco de renunciar ao cargo e ter como sucessor um governador interino de oposição, que herdará cofres cheios e pode até desmontar os acordos políticos costurados por Renan Filho. Sem esquecer que o governador não construiu uma única liderança capaz de lhe suceder após dois mandatos.

Para desatar esse nó dado pelo próprio governador ao romper uma antiga aliança com seu vice Luciano Barbosa, Renan Filho precisa do apoio da Assembleia Legislativa, que passa por Marcelo Victor, com aval de Arthur Lira, seu maior adversário em Alagoas. Não chega a ser um nó górdio, mas precisará de muito jogo político para botar gregos e troianos no mesmo barco.

Em raro contato com a coluna, Marcelo Victor lembrou que Renan Filho é um político centralizador, mas admitiu a ideia de uma aliança no pleito do próximo ano. “Em política nada é impossível”, disse o deputado, que fala pouco e pensa muito. No entanto, alguns de seus aliados na Assembleia só aceitam fazer acordo se Renan Filho renunciar antes de 2 de abril, último prazo para deixar o governo.

O recado é claro: O Legislativo – que elegerá o governador-tampão – quer pelo menos um ano de mandato, o que implica em Renan Filho deixar o governo ainda este ano. Se achar alto demais o preço cobrado pelos deputados, o governador tem a opção de concluir o governo até o último dia de seu mandato, mesmo que tenha de passar quatro anos fora do poder, possibilidade que nem seus aliados acreditam.

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