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ESTRATÈGIA

Marcelo Victor costura acordos para viabilizar candidatura a governador

Redação

02/10/2021 08h08 - Atualizado em 02/10/2021 08h08 - Edição 1138

O presidente da Assembleia, Marcelo Victor
AscomO presidente da Assembleia, Marcelo Victor

O deputado Marcelo Victor está costurando importantes acordos políticos que podem viabilizar sua eleição ao governo de Alagoas no pleito do próximo ano. Apoiado pela maioria de seus colegas parlamentares, o presidente da Assembleia Legislativa se credencia à disputa majoritária com chances de vitória, até mesmo pela escassez de líderes para substituir Renan Filho no governo do Estado.

Dinheiro para a campanha e tempo de televisão certamente não lhe faltarão. Esse suporte fundamental virá da fu - são do Partido Social Liberal (PSL), com Democratas (DEM), que formarão o maior partido político do País, e em Alagoas será comandado por Marcelo Victor. 

 Denominado de União Brasil, o novo partido já nascerá grande, com uma bancada federal de 82 deputados, 7 senadores, 4 governadores e 554 prefeitos, além de ter em caixa quase meio bilhão de reais para gastar na campanha de 2022. A legenda terá duplo comando, com Luciano Bivar na presidência e ACM Neto na secretaria geral. 

Ainda que não confirme oficialmente a decisão de disputar a cadeira de Renan Filho, Marcelo Victor trabalha 24 horas por dia nesse projeto e sempre ouvindo os demais integrantes do Poder Legislativo. 5 - A essa altura da corrida eleitoral, o deputado praticamente já descartou a possibilidade de uma aliança com o governador, que deverá renunciar ao cargo para disputar o Senado em chapa própria. 

Marcelo Victor sabe que a disputa será acirrada com pelo menos dois fortes adversários – o candidato de Renan Filho, ainda não definido, e o de JHC, que pode ser o senador Rodrigo Cunha ou o próprio prefeito. Mas ele acredita que o apoio de Arthur Lira e a estrutura do novo partido que comandará no estado garantem a viabilidade de sua candidatura ao governo. 

O primeiro passo nessa direção será a possibilidade de assumir o governo do Estado na vacância de Renan Filho e, em nove meses de gestão interina, plantar as bases para sua reeleição em 2022, dessa vez pelo voto direto dos alagoanos.

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