Alagoas, 24 de outubro de 2021 25º min 30º máx
WhatsApp (82) 9.9982-0322
SAINDO DA TOCA

Humberto Martins pede a investigação de procuradores da Lava Jato

Alagoas volta às manchetes para condenar a operação anti-corrupção

Redação

12/02/2021 07h07 - Atualizado em 12/02/2021 07h07 - Edição 1106

O ministro alagoano Humberto Martins
Foto: AssessoriaO ministro alagoano Humberto Martins

Com a Lava Jato em seus estertores finais, autoridades públicas que se dizem vítimas da chamada “República de Curitiba” saíram da defensiva para atacar os responsáveis pela maior operação anticorrupção já vista neste país desde a chegada de Cabral. 

Sempre presente nos momentos mais importantes da história do Brasil, Alagoas volta às manchetes da grande imprensa nacional, desta vez para pedir a prisão de juízes federais e procuradores da República que comandaram a Lava Jato. 

O primeiro a sair da toca foi Humberto Martins, presidente do STJ, que pediu ao procurador-geral da República e ao CNJ para investigar os procuradores da Lava Jato, na esfera criminal, por denúncias contra os ministros da corte, incluindo o próprio Martins.

A decisão de Humberto Martins incentivou Renan Calheiros a sair da trincheira no Senado para disparar sua metralhadora giratória contra Moro e Dallagnol e pedir a soltura dos hackers que roubaram mensagens de celulares entre membros da Lava Jato.

Ao se solidarizar com o conterrâneo presidente do STJ, o senador alagoano destacou que os hackers não devem estar na cadeia, mas no “Panteão da Pátria”, pela contribuição que deram à democracia. 

A julgar pela visão de Humberto Martins, os probos membros do STJ são cidadãos inatacáveis, acima da lei. Já pela ótica de Renan Calheiros, os conceitos de pátria e democracia precisam ser revistos.

Comentários
Curta o EXTRA no Facebook
Confira o nosso canal no YouTube
Siga-nos no Twitter
Siga-nos no Instagram Seguir </html>
Notamos que você possui
um ad-blocker ativo!

Produzir um conteúdo de qualidade exige recursos.

A publicidade é uma fonte importante de financiamento do nosso conteúdo.

Para continuar navegando, por favor desabilite seu bloqueador de anúncios.

publicidade