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TERRA SEM LEI

Processo falimentar do Grupo JL caminha para uma guerra sem fim

Usinas de João Lyra em Alagoas estão sendo invadidas

Redação

30/10/2020 08h08

Usina Laginha
Sofia SeprenyUsina Laginha

O processo de falência do Grupo João Lyra parece caminhar para uma guerra sem fim entre credores, advogados, administradores e herdeiros da massa falida, avaliada em R$ 4 bilhões. 

Após o afastamento de vários gestores, denúncias de omissão, enriquecimento ilícito e dilapidação do bilionário patrimônio, surgem agora acusações de invasões e exploração ilegal de terras das usinas Guaxuma e Laginha. 

Os maiores invasores seriam as usinas Coruripe e Seresta, além do prefeito Joaquim Beltrão, que teria se apossado de 10 mil hectares da Guaxuma. Sem falar na ocupação ilegal de áreas invadidas por sem-terra e fazendeiros da região. 

Contra o prefeito de Coruripe também pesa o agravante de usar sua condição de representante de uma parte dos credores do Grupo João Lyra para ocupar as terras da Guaxuma e incentivar outros credores a invadir fazendas da massa falida.

Ao se permitir tais ilegalidades corre-se o risco de o processo falimentar descambar para atos de violência, com os mais fortes tentando fazer justiça com as próprias mãos, em prejuízo dos milhares de outros credores da massa falida. É muito interesse em jogo e pouco senso de justiça. 

Com a palavra o Tribunal de Justiça de Alagoas, o Ministério Público Estadual e demais autoridades responsáveis pela aplicação da lei e do direito, antes que Alagoas vire terra sem lei.

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