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CASO PINHEIRO

Ecologistas esquecem dos riscos de tragédia por vazamento de gás

Presença de indústria química em área urbana é um risco permanente

Redação

29/11/2019 07h07 - Atualizado em 29/11/2019 07h07

Foto panorâmica do bairro do Pinheiro
DivulgaçãoFoto panorâmica do bairro do Pinheiro

O afundamento de bairros não constava das preocupações dos ambientalistas quando da implantação da Braskem em Maceió, ainda com o nome de Salgema. 

Todas as campanhas da época focavam apenas na ameaça de um acidente químico capaz de devastar metade da cidade.

Quarenta anos depois, os riscos de uma tragédia por explosão ou vazamento de gazes tóxicos não está descartada, mas essa ameaça foi há anos esquecida pelos ecologistas e não se fala mais nisso. 

Sobretudo agora, que todo debate é canalizado para a questão dos bairros que estão afundando por causa da extração do sal-gema.

No entanto, não se deve esquecer que a presença de uma indústria química em área urbana é um risco permanente. E talvez seja o momento ideal para voltar a se discutir a transferência da Braskem para uma área fora da cidade.

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