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Pressa de incriminar Collor levou à execração de inocentes

Armação pode ter as digitais do ex-procurador-geral Rodrigo Janot

Redação

25/10/2019 07h07 - Atualizado em 08/11/2019 09h09

Collor durante sabatina de Janot, ao fundo
Marcelo Camargo/Agência BrasilCollor durante sabatina de Janot, ao fundo

A pressa de incriminar o senador Fernando Collor em lavagem de dinheiro e ocultação de bens levou à execração de pessoas que nada têm a ver com a roubalheira descoberta pela Lava Jato. Empresários íntegros foram expostos a julgamento público como se fossem criminosos já condenados.

Revestida de escândalo, a denúncia-bomba resume-se à compra de imóveis, em leilões públicos, no valor de R$ 6 milhões, por um funcionário do gabinete do senador, cujo maior crime foi não declarar a operação imobiliária na Receita Federal. 

Sem ter como provar a participação de Collor no caso, os procuradores incensaram a Ação Cautelar da PGR com a inclusão de várias famílias em um fictício enredo a serviço do senador. Quem conhece Collor sabe que a denúncia é tão absurda quanto ridícula.

Por fim, não é de se estranhar que a armação contenha as digitais do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot – inimigo de Collor – e autor de várias lambanças que acabaram desacreditando as ações da Lava Jato e a própria PGR.

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