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O câncer da corrupção

Unidade da Portobello em Alagoas até hoje não decolou

Indústria enfrenta restrições e sérias pendências judiciais

Redação

18/10/2019 08h08 - Atualizado em 08/11/2019 09h09

Portobello em Marechal
DivulgaçãoPortobello em Marechal

Inaugurada em 2015, a unidade industrial da Portobello em Alagoas até hoje não decolou. A meta de transformar o estado em polo da cadeia produtiva da cerâmica não se consolidou.

Além da recessão econômica, a indústria enfrenta restrições bancárias, problemas de mercado e sérias pendências judiciais ligadas à área onde está instalada, no polo de Marechal Deodoro

Devido a maquinação praticada no governo passado, até hoje a Portobello não conseguiu legalizar o terreno onde está implantada, visto que a área está em litigio há 20 anos e continua sub judice.

Sem perspectiva de solução à vista, a indústria – que tem ações na Bolsa de Valores – já pensou até em trocar Alagoas por outro estado em busca de segurança jurídica e menos corrupção.

Máfia do poder


Prejudicadas pela falta de legalização dos imóveis que ocupam no polo de Marechal Deodoro, algumas das últimas indústrias que ali se implantaram estão dispostas a revelar o nome das autoridades que se locupletaram de transações ilegais até agora não resolvidas.

Propina

O enredo é escabroso e envolve ex-secretários de governo, magistrados, procuradores de Estado, advogados da Carhp e até o próprio ex-governador Téo Vilela, que desapropriou duas glebas com base em documentos fraudulentos. Só uma das empresas foi obrigada a pagar R$ 15 milhões em propina.

Esbulho

Os lotes distribuídos entre as indústrias que se instalaram no polo durante o governo tucano foram tomados de um posseiro que explorava as terras há mais de 20 anos e tentava legalizar o imóvel via ação de usucapião. O TJ deu ganho de causa ao posseiro, mas o impasse permanece e as empresas estão impedidas de pegar empréstimos em bancos.

Ação penal

Praticado por tucanos de alta plumagem, o esbulho terá desdobramento na área penal com ações judiciais para ressarcir o Estado dos prejuízos provocados pela lambança.

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