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BARRACO NO MPE

Coaracy Fonseca acusa TJ e PGE de agirem em favor dos usineiros

Colegas do promotor o aconselharam a procurar um psiquiatra

Redação

27/09/2019 08h08 - Atualizado em 27/09/2019 08h08

Coaracy Fonseca, promotor de Justiça
DivulgaçãoCoaracy Fonseca, promotor de Justiça

Após se indispor com o procurador-geral de Justiça, o promotor - afastado de suas funções pelo Ministério Público do Estado - Coaracy Fonseca ataca agora a Procuradoria-Geral do Estado e entra em linha de colisão com o Tribunal de Justiça de Alagoas. 

Em vídeo divulgado em sua rede social, Coaracy acusa TJ e PGE de agirem em favor dos usineiros e os responsabiliza por boa parte das mazelas sociais de Alagoas. 

Alguns colegas de Coaracy acreditam que o procurador está descompensado e o aconselham a procurar um psiquiatra.

 Segundo os relatos, o promotor teria tentado invadir as dependências da Advocacia Pública para tirar satisfações com um dos seus integrantes e quase o caso acaba em pancadaria, mas a Defensoria nega que ele tenha sido proibido de entrar na repartição.

Em seu perfil nas redes sociais, após afastamento, Fonseca disse que o MPE está afundado na lama por causa de política partidária. 

O MP-AL emitiu nota sobre o caso

O corregedor-geral substituto, do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), Luiz de Albuquerque Medeiros Filho, atendendo ao Colégio de Procuradores, instaurou inquérito administrativo em desfavor do promotor de Justiça, Coaracy Fonseca, tendo em vista algumas condutas entendidas como inadequadas para um membro da instituição.

Com base na Legislação de Regência, o corregedor-geral substituto solicitou o afastamento cautelar do promotor, por 60 dias, a fim de apurar os fatos. O procurador-geral em exercício, Márcio Roberto Tenório, recebendo, encaminhou ao Conselho Superior do Ministério Público que, por unanimidade, acatou o pedido.

E como todos os procedimentos da Corregedoria transcorrem sob sigilo, torna-se impossível repassar mais detalhes sobre o caso.

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