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CASO MARTHA MOREIRA

Sidrack Nascimento vai encarar família da esposa na Justiça

Redação

14/06/2019 08h08 - Atualizado em 14/06/2019 12h12

Promotor Sidrack Nascimento ao lado da esposa, Martha Nascimento
DivulgaçãoPromotor Sidrack Nascimento ao lado da esposa, Martha Nascimento

O promotor de Justiça Sidrack Nascimento, que foi impedido de participar do funeral da esposa Martha Moreira, vai encarar a família da advogada no dia 18 próximo em uma das Varas da Justiça em Maceió, onde ele ajuizou uma ação para impedir que o herdeiro da esposa assuma a gestão da empresa criada pelo casal.

Sidrack alega que o filho de Martha teria furtado um computador de sua propriedade e dessa forma não teria condições de comandar a franquia que administra os negócios da Igreja Batista Moriah e de um colégio agregado à igreja. Revoltada com a atitude do promotor, e ainda inconformada com a tragédia, a família de Martha contesta a acusação de furto e vê na atitude do promotor uma tentativa de negar os direitos legítimos do enteado.

Mesmo na condição de sócio nos negócios do casal, Sidrack Nascimento, por ser promotor de Justiça, é impedido por lei de administrar empresa e, no caso, o único habilitado para gerir os negócios é o herdeiro da esposa, de quem Sidrack pretende agora se livrar.

A esposa do promotor morreu na tarde do dia 8 de maio último com um tiro na cabeça deflagrado da arma pertencente ao próprio marido. O inquérito concluiu pela tese do suicídio, mas a família afirma que a vítima não tinha perfil de suicida e não descarta a ideia de questionar o laudo pericial.

Integrante de uma família tradicional de Capela, Martha Maria Moreira de Almeida era advogada e filha do promotor aposentado Arlindo Lopes de Almeida, e irmã da promotora Fernanda Moreira.

Martha vinha enfrentando sérios problemas conjugais, e na véspera de sua morte, apareceu armada ao prédio da Procuradoria-Geral de Justiça para tomar satisfação com o marido, mas foi contida pelos seguranças do MP, que a impediram de chegar ao gabinete do promotor.

Mesmo com o veredicto de suicídio,alguns pontos ainda não foram esclarecidos, como a fuga do promotor após a tragédia, sem comunicar o fato à família,que também quer saber como a arma do marido foi parar nas mãos da esposa,além das contas bancárias da empresa em questão.

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