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Todos juntos em 2018

União de líderes políticos garantiria sobrevivência partidária

da Redação

10/02/2017 12h12

O prefeito de Maceió Rui Palmeira com o governador de Alagoas Renan Filho (Crédito: Divulgação)
O prefeito de Maceió Rui Palmeira com o governador de Alagoas Renan Filho (Crédito: Divulgação)

 A crise que afundou o país e vem quebrando estados e municípios pode levar as oligarquias de Alagoas a se unirem em torno de um projeto político nas eleições de 2018. Ao invés de se engalfinharem na disputa majoritária, a ideia é unir PMDB, PSDB e partidos aliados em um bloco único e todos se salvariam. Ou quase todos. 

Nessa linha, nem Renan Filho nem Rui Palmeira disputariam o governo do Estado em 2018. O prefeito concluiria seu mandato, o governador trocaria o cargo com o pai-senador e, em dobradinha com Téo Vilela, todos assumiriam o compromisso de eleger Rui Palmeira governador em 2022.

Seria um repeteco do pleito majoritário de 2014 que garantiu a vitória de Renan Filho e Fernando Collor, sob as bênçãos do então governador Téo Vilela. Em troca, o tucano recebeu do grupo a garantia de apoio à sua volta ao Senado em 2018, pacto até hoje não desfeito.

Em tese, a ideia pode até vingar, mas a prática tupiniquim tem poucos exemplos de união das suas lideranças em torno de um projeto político para Alagoas. Por aqui, vale mais a Lei de Murici, onde cada qual cuida de si. Mas não custa nada especular, ou sonhar, que não paga imposto.

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