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A farsa dos precatórios

Dívida bilionária de Alagoas com os servidores públicos pode ser anulada

da Redação

02/02/2017 13h01

(Crédito: Divulgação)
(Crédito: Divulgação)

A dívida bilionária de Alagoas com os servidores públicos pode ser anulada com uma só canetada do governador. Reconhecido judicialmente pelo Estado, o débito prescreveu por não ter sido inscrito no Tribunal de Justiça como precatório. E não o foi por interesses escusos de alguns poucos.

Mas nenhum governador tem a coragem política de dar um tiro na ilusão de 20 mil servidores estaduais que mantém nesses “falsos precatórios” a única esperança de vida. Centenas deles, portadores de doenças terminais, já morreram sem ver a cor do dinheiro e outros tantos morrerão na esperança de receber alguns trocados.

A cada novo governo alimenta-se a esperança (falsa) de que os tais “precatórios” serão quitados. Passam os anos e nada se resolve, aumentando a desilusão dos servidores. Os únicos beneficiários dessa farsa são os escritórios de advocacia detentores desses processos e alguns advogados picaretas que se aproveitam da crise para extorquir incautos servidores.

Desde que foram criados no “governo socialista” de Ronaldo Lessa, esses malditos “precatórios” só existem para enriquecer empresas que compram esses créditos judiciais, escritórios de advocacia e intermediários de negócios ilícitos. Com exceção de alguns servidores enganados com migalhas, só “figurões” do poder público recebem os valores integralmente, via tráfico de influência, como o fez a desembargadora Elisabeth Carvalho. 

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