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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 984 / 2018

14/08/2018 - 20:21:01

PEDRO OLIVEIRA

PEDRO OLIVEIRA

O jovem prefeito de Maceió, Rui Palmeira, paga um alto preço por conta de sua conduta ilibada, seus critérios éticos e sua formação política. Destoa da maioria ou mesmo da quase totalidade dos políticos locais nos quesitos respeito à coisa pública e responsabilidade legal e moral. Não tem a política como aventura ou meio de vida, mas como a ciência social capaz de operar mudanças e trazer resultados positivos para a comunidade em geral.

Diferente de seus opositores tem origem digna com árvore genealógica robusta de homens que são exemplo na política e na vida. 

Desde que se tornou uma ameaça aos que controlam os votos dos alagoanos pelo dinheiro sujo da corrupção e pela violência durante muitos anos, passou a ser alvo de perseguições mesquinhas e covardes de toda natureza em busca de ofuscar o brilho de sua liderança política e sua carreira ascendente. 

Talvez seus adversários não tenham contado com sua coragem cívica e seu destemor diante das adversidades circunstanciais da política. Enfrentando-os venceu todas e com grande diferença. E venceria de novo se a responsabilidade de terminar o seu mandato como prefeito não tivesse prevalecido em sua decisão de não concorrer ao governo. 

O pleito que se avizinha será uma guerra suja de ambos os lados, As “folhas corridas” dos candidatos e circunstantes serão escancaradas no horário eleitoral, nos comícios pelo interior e nas redes sociais. O eleitor terá como parâmetro de opção de voto quem é mais sujo que o outro, quem carrega o número de processos por corrupção e de sobra os “chutes na canela” os “podres” de cada família e quem roubou mais. Não é jogo para Rui Palmeira, não será pauta para um político honrado, com passado e com presente respeitados. 

O jovem prefeito de Maceió não precisa se envolver nessa arenga putrefata, pois não lhe cabe no meio de tanta sujeira que está por vir. Dê o apoio necessário a seus candidatos, selecione aqueles nos quais confia e construa os alicerces do seu futuro político que é vitorioso, íntegro e limpo de origem. 

De volta em Delmiro

A péssima administração do prefeito padre Eraldo Cordeiro à frente da prefeitura de Delmiro Gouveia abre frente ampla para o retorno de Lula Cabeleira ou quem ele indicar nas próximas eleições.

O reverendo que não é lá tão bom de missa e sempre andou às turras com a igreja à qual deve obediência agora descontenta os eleitores enganados que certamente não repetirão os votos. Lá a administração está travada e a cidade já sente em várias áreas o efeito da incompetência administrativa, O que se fala é que o prefeito é bom mesmo só no quesito traição. 

Suspendendo o suspeito

O Ministério Público do Estado de Alagoas, por meio da 4ª Promotoria de Justiça, ajuizou ação civil pública para que, em caráter de urgência, a Prefeitura de Arapiraca suspenda as parcerias firmadas com o Instituto Viva a Vida, a Elo Social de Gestão Pública – ELO e o Centro de Integração Pública e Social. O valor das parcerias soma R$ 21.308.650,84. O município fica proibido de efetuar qualquer repasse às referidas organizações e o descumprimento resultará em multa diária de R$ 20 mil, a ser aplicada pessoalmente ao prefeito Rogério Teófilo.

De acordo com o promotor de Justiça Rogério Paranhos, a ação foi proposta porque o município de Arapiraca firmou parcerias sem publicar editais de concurso de projetos, conforme o previsto no Decreto nº 3.100/99, que regulamenta a Lei nº 9790/99 ferindo os princípios da legalidade, da publicidade, da eficiência, da moralidade e da impessoalidade.

Mais um imbróglio no qual se mete o prefeito Rogério Teófilo em sua já conturbada administração. Parece que não aprende.

Rodrigo Cunha          desabafa

Depois de Tereza Nelma, candidata a deputada federal, foi a vez de Rodrigo Cunha soltar o verbo contra a coligação do PSDB com Fernando Collor para o governo do Estado. Declarou que “antes só do que em péssima companhia”, Se não largar a candidatura no meio do caminho (o que é muito provável) vai caminhar o estado na base do “eu sozinho” em busca de uma eleição praticamente impossível diante do rolo compressor da compra de votos, da barganha do poder e dos “currais podres do interior” que em muito dificultarão sua vida.

Na verdade dentro de sua coligação Cunha sofre a perseguição implacável de adeptos da candidatura do senador Benedito de Lira, sob o comando do maquiavélico “capitão do mato” Arthur Lira que, como a pai, teme a desenvoltura política e o nome limpo do jovem Rodrigo Cunha.

Cultura no ralo

O setor cultural alagoano tem todas as razões para não votar no governador Renan Filho e de fato há um movimento silencioso e uma corrente formada por produtores culturais, atores, músicos e outros agentes, liderados por integrantes da cultura afro, pregando o voto contra a chapa de Renan Filho, Entre as razões, o não cumprimento de nenhuma promessa de campanha para o importante segmento e citam algumas: criação de uma lei de incentivo à cultura, criação do Parque Estadual do Mundaú, implantação de programas de interiorização da cultura, pavimentação e revitalização do acesso à Serra da Barriga, edificação do Memorial da Igualdade Racial, implantação de Centros de Artes e Cultura nas diversas regiões do estado. Segundo um líder do Movimento Cultural contra Renan Filho, a única promessa cumprida foi apenas a instituição de uma comissão para comemorar os 200 anos de Alagoas. “O governador jogou literalmente a cultura no ralo”.

A mídia nas     eleições

A televisão, dizem os especialistas, continuará sendo o principal meio de difusão de informações, uma vez que é a mídia com maior capilaridade. O grande diferencial deste pleito será a possibilidade, pelas candidaturas, de impulsionar conteúdos por meio de pagamentos. Em 2016 isso não era possível. Além disso, a restrição financeira das campanhas desde o fim do financiamento por empresas pode aumentar o uso de inteligência de dados.

Embora uma pesquisa do Ibope de novembro do ano passado tenha mostrado que, pela primeira vez, a internet será o fator mais influente para o eleitor definir o voto à Presidência da República, de acordo com os próprios eleitores ouvidos, marqueteiros são enfáticos ao dizer que as redes sociais não funcionam como uma “varinha mágica”.

Segundo o levantamento, 56% dos brasileiros disseram que as redes sociais terão algum grau de influência na escolha do candidato – 36% acham que elas terão muita influência.

Uma pesquisa da agência We Are Social e da plataforma Hootsuite mostrou que os brasileiros gastam, diariamente, 9 horas e 14 minutos navegando na Internet, em média. Cerca de 130 milhões de brasileiros utilizam o Facebook mensalmente, 92% deles pelos smartphones.

O YouTube é a rede social com maior uso: dos entrevistados pela Global Web Index, entre 16 e 64 anos, 60% declararam utilizar a plataforma de vídeos, contra 59% que falaram que usam o Facebook.

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