Acompanhe nas redes sociais:

22 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 984 / 2018

14/08/2018 - 20:20:15

Collor e Renan terão 10 confronto direto em 40 anos

Wadson Regis

De prefeito biônico a presidente da república. Este é Fernando Collor de Mello. De presidente do Diretório Central dos Estudantes, na Universidade Federal de Alagoas, a presidente do Congresso Nacional. Este é Renan Calheiros.

Os dois políticos alagoanos mais expoentes há décadas terão, nestas eleições, o primeiro confronto direto, após 40 anos de vida pública.

Fernando Collor foi nomeado prefeito Biônico, aos 29 anos de idade, pelo então governador Guilherme Palmeira, para o período de 1º de janeiro de 1979 a 31 de dezembro de 1982.

Já Renan, começou a vida pública aos 23 anos, como deputado estadual, no período de 1º de fevereiro de 1979 a 1º de fevereiro de 1983.

Perfis - Collor e Renan são os políticos alagoanos mais expressivos do século XXI. Pouca gente sabe, mas quem conhece assina embaixo: Elle é o grande estrategista político de Alagoas. Todos sabem e reconhecem: Renan é cerebral na leitura de cenário, adequando-se às mais diversas adversidades.

Gato x Rato - Não é prudente apontar quem é quem. Mas todos sabem que Collor e Renan fazem uma dupla competitiva a Tom e Jerry, o Gato e Rato mais famosos do mundo.

O tão esperado confronto - 40 anos depois de iniciarem na vida pública, numa relação passional extremamente complicada, será a primeira vez que Fernando Collor e Renan Calheiros se enfrentarão diretamente. Como todo caso de drama passional, a relação entre os dois teve altos e baixos, com idas e vindas, cumplicidade e traições para prefeito, Governo do Estado e até no impeachment presidencial. 

Mas, como assim 40 anos, se Renan Filho só tem 38 de idade? Simples. Por enquanto RF é tão somente um governador com a gestão bem avaliada, na disputa pela reeleição. Enquanto vida tiver e no exercício do mandato, qualquer um que enfrente o Filho estará confrontando o Renan pai.

Em rede nacional – Os alagoanos podem guardar que teremos a eleição mais nacionalizada do país. Estarão em jogo muito mais que cargos políticos, porque para Collor e Renan, chegou a hora do acerto de contas.

Na disputa do estrategista contra o camaleão só será possível conhecer o vencedor na apuração. 

Ao final, não tenha dúvida, um deles estará morto (politicamente falando).

É verdade que pode terminar em empate, mas aí seria uma tragédia familiar.

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia