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20 de Novembro de 2018

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Edição nº 982 / 2018

31/07/2018 - 09:50:07

GABRIEL MOUSINHO

Sem definição

Falta pouco tempo para a oposição apresentar um candidato ao gover-no para enfrentar Renan Filho nas urnas. Se está difícil arranjar um candidato, imagine um vice. Até agora ninguém emplacou e os partidos preferem fazer surpresas, se é que terá, nas convenções partidárias que acontecerão nos próximos dias.

Correndo solto na área, o governador Renan Filho passa a trabalhar mais para a reeleição do pai, senador Renan Calheiros, enquanto a oposição ainda acredita em contos da carochinha e promete apresentar um candidato pra valer.

Este quadro faz relembrar a sucessão do governador Téo Vilela, que depois de complicar a vida política do candidato Benedito de Lira, senador que mais ajudou seu governo, preferiu fazer o jogo dos Calheiros e lançar inicialmente Eduardo Tavares e depois o hoje prefeito Júlio Cézar, de Palmeira dos Índios.

Pelo visto, será mesmo um passeio a disputa pelo governo de Alagoas. É por isso mesmo que a situação já decidiu que prefere não aumentar o número de alianças, embora tenha gente fazendo fila na porta do Palácio dos Martírios.

Maré baixa

Com a situação difícil que passa o setor sucroalcooleiro de Alagoas, antigos candidatos vinculados à área açucareira sequer alimentam a esperança de disputar as eleições deste ano. A grana sumiu.

De sobra

Enquanto alguns candidatos andam de pires na mão, outros arranjam, ninguém sabe de onde, dinheiro farto para contratar marqueteiros a peso de ouro. Um bom motivo para a Polícia Federal investigar. 

Disputados

Três conhecidos e renomados marqueteiros estão sendo disputados por parte de alguns candidatos. São eles Einhart Jácome da Paz, que prestou serviços na campanha de Téo Vilela ao governo, Adriano Gheres, ao MDB, e Rui França. Pelo visto, a campanha majoritária vai pegar fogo, para o Senado, é claro.

Escorrego

A SMTT perdeu uma grande oportunidade de não criar mais problemas para o prefeito Rui Palmeira. Ensaiou mudanças no itinerário dos ônibus que atendem aos conjuntos Graciliano Ramos e Village Campestre I e II, e recuou, depois de reação da população.

Jogo pesado

O senador Renan Calheiros tem sido um crítico contumaz da candidatura de Henrique Meirelles à Presidência da República pelo MDB, mas, na semana passada, o ex-ministro da Fazenda deu o troco ao se encontrar com jornalistas: “ Vamos fazer uma comparação de nós dois. Olha a minha biografia e olha a dele”, sapecou Meirelles.

Fogo cruzado

Enquanto centenas de candidatos disputam as eleições de 7 de outubro para deputado estadual, federal, senador e governador, na OAB a coisa não é diferente. A instituição vai escolher seu novo presidente, diretoria e conselheiros em novembro deste ano e a campanha já começa a pegar fogo. A oposição promete derrubar a atual diretoria que certamente vai concorrer à reeleição.

Ilusão

Se o deputado Maurício Quintella estiver pensando que Marx Beltrão vai transferir milhares de votos de seus redutos para ele, é bom ficar de olho muito aberto. Não tem ninguém, em Alagoas, que garanta transferir 100% dos votos. No mínimo intermediar negociações caras a esta altura do campeonato.

PP de olho

Partidos que apoiam incondicionalmente o governo de Renan Filho, a exemplo do PMN, estão querendo fazer coligações com o PP de Benedito de Lira, para fugir da degola de um chapão da situação. Muitos com mandato podem ficar a ver navios se não encontrarem alternativa para sobreviverem. Resta saber se o PP vai abrigar esta turma.

Mais surpresas

Por baixo dos panos, para reforçar a candidatura de Rodrigo Cunha, estão falando que o ex-governador Téo Vilela pode sair como primeiro suplente para o Senado, o que seria muito ruim para outros partidos da oposição. O nome de Pedro Vilela também está sendo especulado. Isso passaria na possibilidade de Rodrigo Cunha, nas eleições futuras, sair candidato a prefeito de Maceió para enfrentar possivelmente Maurício Quintella. que sonha em administrar Maceió.

Na frente

Da última vez que subestimaram a eleição de Benedito de Lira para o Senado, ele teve mais votos do que Renan Calheiros. Sem alarde e fazendo o que sempre fez na vida, Lira continua mantendo a sua rotina de visitar lideranças políticas pelo estado afora e levando benefícios para as comunidades. Que se cuidem os outros candidatos.

Tendência eleitoral

Os redutos eleitorais de Marx Beltrão não estão respondendo muito bem para votar em Renan Calheiros e Maurício Quintella para o Senado. Pesquisas feitas recentemente indicam que o eleitor de Marx não vota em Renan e Quintella não tem a preferência no segundo voto.

Oposição

O senador Renan Calheiros não tinha outra alternativa a não ser criticar a administração de Rogério Teófilo, em Arapiraca. Sem o apoio do prefeito e outras lideranças, Calheiros fica como franco atirador, se apoiando apenas em Luciano Barbosa que, com isso, garante sair novamente candidato a vice de Renan Filho.

Preocupação nº 1

Mantendo aparentemente sua candidatura à Presidência da República, Fernando Collor não se desliga de Alagoas, principalmente com as eleições de 2022. Não quer brigar com Renan Filho, mas trabalha, por baixo dos panos, para continuar com o seu mandato no Senado, foco principal do governador depois das eleições de outubro.

Nova missão

O ex-secretário Fábio Farias, como é do seu comportamento, está sumido e aproveita para dar uma turbinada nos seus negócios particulares. Mas, para quem conhece Renan Calheiros, Fábio terá missão importante a cumprir. É um dos poucos que merece a atenção especial da família Calheiros.

Risco no trânsito

As vans de transporte alternativo e motociclistas irresponsáveis são os que mais causam apreensão no caótico trânsito de Maceió. Excesso de velocidade e imprudência têm sido as causas principais dos acidentes, principalmente nas avenidas Fernandes Lima e Durval de Góes Monteiro. Bem que a SMTT poderia apertar a fiscalização.


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