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19 de Setembro de 2018

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Edição nº 979 / 2018

11/07/2018 - 18:36:26

ECONOMIA EM PAUTA

Bruno Fernandes Estagiário sob supervisão da Redação

Novo crédito especial 

As instituições financeiras vão passar a ofertar uma opção de crédito mais barata para o consumidor que gastar acima de 15% do limite da sua conta corrente por pelo menos 30 dias seguidos. Na média, os juros do cheque especial foram de 311,9% ao ano em maio. Para efeito de comparação, a taxa média de juros no crédito livre, que deve ser o principal produto a substituir o limite da conta, ficou em 39,2% ao ano no mesmo mês.

Salário 

A portabilidade de salário ficou mais fácil de ser realizada. Agora o salário poderá ser recebido também em contas de pagamento, as chamadas contas pré-pagas, oferecidas por fintechs como Nubank e Banco Inter. Quem quiser transferir os valores basta comunicar ao banco para o qual deseja transferir o dinheiro. De forma similar ao que já ocorre na portabilidade entre operadoras de telefonia, todo o processo deverá ser concluído em até cinco dias úteis.

Copa e trabalho 

Quem assiste aos jogos da Copa no trabalho precisa compensar? Embora seja costume de algumas empresas permitirem que seus empregados assistam aos jogos do Brasil na Copa do Mundo, a lei não assegura nenhum direito deste tipo ao trabalhador. A liberação para assistir às partidas depende do empregador ou de um acordo e pode ter consequências distintas. Além disso, devem ser diferenciadas as ocasiões em que o trabalhador é liberado do expediente e aquelas em que assiste aos jogos no próprio trabalho.

Limpando o nome

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito mostra que 15 milhões de brasileiros com dívidas em atraso em 2018 contrataram empresas especializadas em limpar nomes. De acordo com especialistas em finanças pessoais, só vale a pena pagar por esse tipo de serviço se a negociação com o credor estiver muito difícil, pois ao pagar uma empresa, o consumidor terá despesas com o pagamento da dívida e com os serviços prestados. Ainda segundo a pesquisa, 50% dos consumidores que contrataram empresas especializadas em reabilitação de crédito foram atraídos pela promessa de limpar o nome sem pagar a dívida. Os especialistas alertam que essa possibilidade não existe, pois a única forma de ter o nome limpo é pagando a dívida ou negociando com o credor.

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