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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 973 / 2018

29/05/2018 - 15:09:33

Mentira tem pernas curtas

JORGE MORAIS

Esperei uma semana para responder uma nota da Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas (ACDA), intitulada ACDA COM A VERDADE, porque, diferente de quem fez a referida nota, que não foi o presidente Jorge Lins, pois não sabe escrever, mas um bajulador de plantão da entidade, para assumir o que está sendo escrito neste artigo, em nome pessoal e da Associação dos Cronistas Esportivos de Alagoas (ACEA), uma entidade legalmente constituída e com filiação à ACEB, a nossa entidade nacional.

Da nota da ACDA faço duas ressalvas: a primeira, quando se refere aos colegas jornalistas e radialistas profissionais como “de conduta inurbana de integrantes da Associação dos Cronistas Esportivos de Alagoas (ACEA), que retiraram da porta de entrada da Tribuna de Imprensa Jornalista Márcio Canuto, localizada no Estádio Rei Pelé, o adesivo com o nome da ACDA ... aproveitando, também, para esclarecer alguns pontos que estão sendo divulgados – de forma leviana e desprovida de verdade – em rede social, em veículos impressos e on-line”.

Afirma, ainda, “que se evidencia a conduta arbitrária, irresponsável, caracterizada pela truculência dos integrantes da aludida ‘associação’, ao demonstrarem que o seu fazer, agir e pensar são próprios daqueles que são incapazes de se conduzirem com inteligência, urbanidade e respeito, pois que incapazes de se portarem, partindo do embate das ideias, em detrimento de agirem pela violência e virulência panfletária. O açodamento dos seus atos, no entanto, diz bem sobre as pessoas que são e que não seremos nós que iremos fazê-los civilizados”.

Em resposta a essa parte da nota, quero esclarecer que violentos e arbitrários são alguns poucos dirigentes da ACDA, que agiram sorrateiramente, na calada da noite, para retirar um adesivo da ACEA na porta de entrada da Tribuna de Imprensa, como se fossem donos do local, um patrimônio do povo alagoano que está sendo destruído pela SELAJ, na gestão Cláudia Petuba, que não cuida do gramado, do vestiário dos árbitros, que é inundado pela água da chuva, dos refletores queimados, da limpeza dos banheiros e áreas comuns a todos, mas toma partido da ACDA, pelo título de associada recebido por ela..

O segundo assunto está relacionado a uma acusação leviana, irresponsável, desequilibrada do senhor Jorge Lins e de quem fez a nota, sobre um débito deixado na minha administração à frente da ACDA. Nesse caso, quero dizer aos ex-presidentes da entidade e que apoiam a atual diretoria que eles são coniventes com todo esse débito. O passivo de R$ 38.837, 91, como eles dizem na nota, pertence a todos os outros presidentes que passaram por lá. Veja a diferença entre eu e o Jorge Lins. Não sai acusando ninguém.

O débito, realmente, existia, inclusive da gestão do meu tesoureiro, presidente de um mandato anterior ao meu, Severino Rosa, que hoje faz parte da diretoria do Jorge Lins, entre outros que lá estão. Hoje, é fácil falar do débito deixado por muitos, e, pela necessidade de fazer dinheiro, o terreno foi vendido, e, para concretizar o negócio, a entidade tinha que estar limpa com impostos e condomínios para, então, negociar a área. Como o débito que existia da sala do edifício Breda, sede original da entidade. Atualmente, precisamos saber de três coisas da ACDA: o que foi feito com o dinheiro da venda do terreno?; a prestação de contas do dinheiro recebido do governo do Estado e outras entidades para o congresso nacional, como foi feita?; e, como estão sendo contabilizados os recursos recebidos por fora pela ACDA? Com as respostas Jorge Lins. Voltaremos ao assunto em breve, me aguardem.

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