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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 972 / 2018

22/05/2018 - 15:45:02

Sinais preocupantes

ELIAS FRAGOSO

Estamos nos aproximado de 3 anos de distância do centro do tsunami provocado na economia e na vida dos brasileiros pela ex presidenta (sic!) incompetente, corrupta (por que ainda não está presa?) e inadequada para o cargo mais importante da Nação. Uma figura intelectualmente desprovida que impôs ao Brasil e aos brasileiros a maior crise econômica do todos os tempos, com suas invenções mal-ajambradas e certamente, mal-intencionadas. É preciso, urgente, tirar de circulação essa figura menor (e àqueles que livraram a cara dela) que tanto mal nos causou.

Temer, um político da mesma estatura daquela que o precedeu (e seu ex vice-presidente) acaba de completar dois anos de mandato bisonho, corrupto e zumbi (4 processos até agora o esperam na porta de saída do palácio em 2019) assombrado pelas ameaças de cassação, pelos variados escândalos financeiros que desnudaram a quadrilha do hoje MDB (sic!) da Câmara e no Senado e pela enorme rejeição que lhe confere apenas 5% de aprovação. Recorde nacional e mundial.

Quinta feira dessa semana, completou um ano da delação da JBS. Sim, aquela que o incriminou mandando continuar os pagamentos de propina ao bandido ex presidente da Câmara dos Deputados (que é bom que se frise, já estava preso) e quando ficou acertado um esquema para receber durante décadas 500 mil reais semanais da JBS (o primeiro pagamento foi frustrado por que a PF filmou o saltitante Rocha Loures com a mala lotada de grana entrando num táxi obrigando-o, posteriormente, a devolver o dinheiro). Precisa de algo mais claro para pegar um corrupto? Aliás o Sr. Wesley Batista no calor da crise, afirmou a plenos pulmões que a turma do presidente é o grupo corrupto mais perigoso – vejam bem – do Brasil!

Pois bem, nossa ilustre Câmara dos Deputados e seus corruptos comprados com emendas, livraram a cara do temerário presidente duas vezes! Resultado: duas tragédias. Teremos que conviver com essa figura vampiresca até o final do ano. Tão ruim quanto, a economia irá sangrar até lá. Para desespero dos 13 milhões de desempregados, os milhões de pequenos e médios empresários e, para o povo em geral que sente na pele o mal causado por um voto na pessoa errada. Será que nesta próxima eleição a lição aprendida será posta em prática?

Voltando, como resultado dessa bagunça, as reformas (teto, trabalhista e outras) que este governo se viu obrigado a fazer e que começava a melhorar o ambiente macroeconômico foram sustadas, e aquela robusta retomada do crescimento prometida (pura enganação, este país não sai da lona antes de 4 ou 5 anos já que o tombo petista foi realmente assombroso) prometida virou míseros 0,1% no ano passado e não passará de 1,5% este ano, apesar dos “especialistas” terem começado 2018 projetando 3,5%. Burocratas da economia ou economistas de mercado mal-intencionados, já que sem a conclusão das reformas e com a taxa de poupança na lona, não há nenhuma possibilidade de retomada do crescimento.

Para piorar as coisas para o nosso lado, a economia americana – de quem o mundo ainda depende – ameaça crescer acima do projetado. E o que é bom para eles, é péssimo para países como o Brasil que começa a observar a revoada de dólares de “volta à casa” já que, com juros mais atraentes, as vovozinhas do plano de pensão do Arkansas se sentem mais seguras com sua grana aportada por lá mesmo. Estamos prestes a vivenciar uma situação altamente tóxica: dólar em alta, petróleo em alta, fuga de capitais, alterações no câmbio (em prejuízo do país) que manterá e até aprofundará o baixo nível de investimentos e de crescimento, a desindustriali-zação e a subida dos preços que traz consigo a inflação. O momento é de alta volatilidade. Especialistas estimam que 2019 – se não houver correção de rumo na economia mundial. Poderá ser pior que 2008.

É bom nos prepararmos. E um bom antídoto e eleger pessoas com propostas sérias e não, salvadores da pátria sem propostas claras ou corruptos em geral que somente irão aumentar o problema que se anuncia.

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