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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 967 / 2018

17/04/2018 - 21:02:59

Chega!

JOSÉ MAURÍCIO BREDA

O discurso de despedida do Luiz Inácio, repleto de incoerências, é um testemunho do que as esquerdas, até há pouco camufladas, planejam para tornar nossa Nação mais um feudo comunista. Misturou democracia com controle da imprensa. Dizendo-se injustiçado por uma condenação sem provas, usa a expressão “meu apartamento” para nominar  o imóvel que diz não ser seu. Estimulou invasão de propriedade privada; queima de pneus em vias públicas. É um prato cheio para se comentar, porém peço licença aos leitores para trazer texto, escrito durante esse episódio, de meu estimado filho Paulo Brêda, que, apesar de viver longe do nosso País, não quer que ele se torne outra Cuba ou Venezuela das Américas.

“A democracia tem problemas mas não inventaram nada melhor. Isso eu acho certo. Mas sabe-se também que é através da democracia que os comunistas dos tempos modernos chegam ao poder e iniciam o desmonte da própria democracia e a destruição dos valores que prezamos. Foi assim na Venezuela. O que vimos nesses últimos dias foi o cúmulo do escárnio. Uma demonstração pública de desrespeito à democracia, à justiça, à imprensa livre. Tudo que deve ser preservado está sendo atacado. Uma maioria de brasileiros pouco escolarizada, sem muita noção do que isso representa, naturalmente vai pensar ser normal um político condenado com prisão decretada fazer comício, dizer que é inocente, fazer discurso xingando a justiça e escolher se será preso ou não. A pretexto de evitar uma repercussão internacional negativa por uma ação violenta, as autoridades provocaram repercussão ainda pior, tanto nacional como internacional. Um mandado judicial de prisão expedido após duas instâncias formadas por juízes concursados deve ser cumprido e respeitado. E a autoridade policial deve prezar por isso, inclusive com uso da força.

A tolerância de muitos brasileiros a esse escárnio e o apoio de outras tantas pessoas e instituições em todo o mundo não aumentará nem diminuirá se houvesse uma ação enérgica para cumprimento da decisão judicial. Agora, após acompanhar essas últimas horas em toda a imprensa nacional e internacional, estou certo de que a radicalização será maior por parte do cidadão de bem do Brasil.

Começo a entender como necessária uma guinada à direita, preferencialmente pela via democrática.

Chega desse cinismo. Chega de tanta mentira repetida. Chega de desrespeito a tudo que ajuda a construir uma nação. Chega de dar a outra face. Estou convicto que é hora de endurecer.

Não consigo mais ouvir o Chico Buarque, o Caetano, o Bono, e tantos outros que apoiam esse cinismo. Não consigo mais ler referências a mensagens de paz e amor do Papa Francisco, um chefe de estado e líder religioso que não cansa de se portar como um cabo eleitoral de um partido comunista de qualquer país da América do Sul, com manifestações públicas seletivas, calando diante da violência do governo da Bolívia contra a Igreja Católica e do estado de coisas no que sobrou da Venezuela. CHEGA! Como cidadão vou combater essas pessoas de todas as formas legais possíveis e estimular e convencer quantos seja possível a fazer o mesmo”.

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