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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 966 / 2018

11/04/2018 - 11:10:41

Meio Ambiente

Sofia Sepreny Estagiária sob a supervisão da Redação

Escorpiões

Segundo o Ministério da Saúde, entre 2000 e 2016, o número de vítimas de picadas de escorpiões no Brasil cresceu 628,8%, passando de 12.552 para 91.485. O aumento do número de mortes foi maior ainda, 853,8%, saltando de 13 para 124. As vítimas, geralmente, são crianças ou idosos. Os aracnídeos estão adaptados ao ambiente urbano, se proliferam e picam cada vez mais. O ideal é mantê-los afastados do ambiente residencial evitando acúmulo de entulhos, lixos, vedando ralos, soleiras e evitar que lençóis encostem no chão. 

Descarte de móveis

 Para quem não sabe, aquele sofá velho, aquela cama não utilizada mais não precisa ser jogada na rua. A Superintendência de Limpeza Urbana (Slum) recolhe esse material gratuitamente. Basta o cidadão ligar para a Central de Limpeza no 0800 082 2600. É só ligar e agendar que os agentes fazem o recolhimento sem custo ao cidadão. Não há justificativa para esse material ser descartado em via pública. As ligações são gratuitas e o atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Ecopontos

 Todos sabemos que certos tipos de materiais demoram determinado tempo para se degradar e que isso interfere diretamente no Meio ambiente. Daí a importância dos ecopontos, pontos de coleta de lixo selecionado. Um tipo de descarte que deveria ser levado muito a sério: pilhas e baterias são colocadas com o lixo doméstico. Isso causa contaminação do solo e águas e é um resíduo potencialmente nocivo. Não é o único. Plásticos, por exemplo, precisam ser separados.

EUA x México

 Cientistas alertam que erguer uma barreira física na divisa entre México e Estados Unidos pode causar danos a espécies de plantas e animais já ameaçados, além de afetar a crescente indústria do ecoturismo no Texas. Pesquisadores do Departamento de Biologia da Universidade do Texas, em Austin, afirmam que a construção de um muro que se estenda pelos 2 mil quilômetros da fronteira do estado com o México irá contribuir para a destruição e fragmentação do habitat, provocando sérios danos ambientais. A flor silvestre, por exemplo, Zapata bladderpod cresce exatamente onde as barreiras serão construídas, assim como o cacto Coryphantha ramillosa. Ambas as espécies estão ameaçadas de extinção. A subespécie texana da jaguatirica, Leopardus pardalis albescens, está seriamente ameaçada, com menos de 120 indivíduos na natureza. A construção do muro pode reduzir ainda mais esse número. A fragmentação do habitat provocada pelo muro pode impedir que as jaguatiricas, assim como os ursos negros, encontrem parceiros da mesma espécie, tornando as populações muito pequenas para sobreviverem. O muro também pode impedir o acesso desses animais à fonte de água do Rio Grande. Para evitar os danos, os cientistas recomendam que as barreiras físicas tenham extensão limitada, com corredores para a vida selvagem.

Acordo regional

  América Latina e Caribe adotaram o primeiro acordo regional vinculante para proteger direitos de acesso à informação, à participação pública e à Justiça em temas ambientais. O Princípio 10 da Declaração do Rio de Janeiro sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento é um instrumento legal inédito para a região. No texto, a proteção dos defensores dos direitos humanos em assuntos ambientais também foi consagrada. O objetivo do acordo é também a participação pública nos processos de tomada de decisões ambientais.

Direito

: A Secretaria de Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) disponibilizou o tema de Direito Ambiental na ferramenta Pesquisa Pronta, que reúne o resultado de pesquisas sobre determinados temas jurídicos, organizados por ramos do direito e por assuntos de maior destaque. O STJ possui jurisprudência para admitir a manutenção em ambiente doméstico de animal silvestre que já vive em cativeiro há muito tempo, quando as circunstâncias do caso concreto, não recomendem o retorno do espécime ao seu habitat natural.


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