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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 960 / 2018

27/02/2018 - 16:12:05

Meio Ambiente

Sofia Sepreny Estagiária sob supervisão da Redação

Glitter

As pequenas partículas brilhantes que costumam adornar o corpo dos foliões no Carnaval são feitas de plástico, material que não é biodegradável. Quando se lava o corpo ou rosto coberto de glitter, as peças escorrem pelo ralo. Pequenas demais para serem filtradas no sistema de tratamento de esgoto, acabam parando em rios e mares. O plástico é o maior poluente do oceano. E o glitter é um microplástico, como são chamadas as partículas desse material com menos de 5 milímetros. O perigo das partículas de microplástico no oceano é que podem ser ingeridas pela fauna marinha.

Mais sobre microplástico

Pesquisadores alertam que os gigantes do mar podem estar correndo riscos reais. Eles estão falando sobre o impacto dos microplásticos na saúde de baleias, tubarões e arraias. Estima-se, por exemplo, que algumas baleias podem estar ingerindo centenas de fragmentos todos os dias. O Golfo do México, o Mar Mediterrâneo, a Baía de Bengala e o Triângulo de Corais são áreas consideradas prioritárias para serem monitoradas, de acordo com uma análise de pesquisas já publicadas.

Descarte irregular

Um criadouro de suínos em Maceió foi autuado na última semana pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL). Restos de animais como carcaças, utilizadas na alimentação dos porcos, em más condições de armazenamento e higiene foram encontrados. A autuação partiu da denúncia de vizinhos da localidade que advertiram o órgão sobre o mau cheiro advindo do estabelecimento. Os proprietários dificultaram a ação dos técnicos e foram multados no valor de R$ 12 mil, além de serem intimados a fazer a retirada e destinação adequada do material em decomposição. Eles também foram autuados por armazenamento irregular e receberam multa no valor de R$ 50 mil.

Fraude ambiental

Relatórios do Ibama e da Polícia Federal mostram que a Petrobras apresentou dados “falsos ou enganosos” para análise de contaminação das águas em decorrência de óleo e graxa jogados no oceano por plataformas marítimas de exploração de petróleo. A Petrobras informou ao Estado que negocia com o Ibama um termo de compromisso para migrar do método utilizado desde 1986 para medir o teor de óleo e graxa lançado ao mar nas plataformas marítimas para o implantado em 2015 pelo órgão. 

Cogumelos

Cultivadores de cerca de 15 espécies brasileiras pouco conhecidas de cogumelos, os indígenas os utilizam como base da dieta e como proteína substituta da carne, especialmente quando há escassez de caça. Agora, seu conhecimento e suas receitas começam a conquistar chefs de restaurantes brasileiros. 

Onça brasileira

Duas onças, um macho argentino (Nahuel) e uma fêmea brasileira (Isis) são a esperança das onças-pintadas no Pantanal argentino. Isis e Nahuel fazem parte de um grupo de cinco onças (dois machos e três fêmeas) selecionadas para um grande projeto de reintrodução da espécie nas planícies alagadas da região, conhecida como Esteros de Iberá. A paisagem é semelhante à do Pantanal brasileiro, com a diferença de que a fauna local foi quase que totalmente dizimada por caçadores e fazendeiros.

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