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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 957 / 2018

30/01/2018 - 15:50:44

ECONOMIA EM PAUTA

Bruno Fernandes Estagiário sob supervisão da Redação

Caixa eletrônico

Já pensou o que fazer quando o caixa eletrônico ‘engole’ seu dinheiro? Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a primeira medida a ser tomada é acionar o banco. Se o problema acontecer em uma agência, no horário de funcionamento dela, é possível recorrer a um funcionário que esteja devidamente identificado. O alerta é para não digitar novamente a senha no terminal. Isso para evitar cair em golpes. Outra recomendação é pressionar as teclas “anula” ou “cancela” do caixa eletrônico, para encerrar operações em curso.

Novo banco

O presidente Michel Temer autorizou o Nubank a ter uma operação bancária, dando mais autonomia para a fintech conhecida pelos cartões de crédito roxos. Na prática, a decisão significa que a startup não mais precisará de parcerias com bancos no país, como a que tem com o Banco Safra, para montar toda a estrutura de captação de recursos e oferta de crédito. Para isso, o Nubank poderá constituir um braço de negócio específico, a Nu Financeira.

Varejistas

O crescimento do número de clientes que prefere comprar pela internet e retirar a própria encomenda está forçando as redes varejistas a ampliar seus pontos de entrega. As lojas Casas Bahia, Extra e Pontofrio, passaram a testar um novo modelo de entrega. Os clientes dessas redes que fizerem compras pela internet poderão optar por retirar o produto em lockers (armários) instalados em postos de gasolina ou lojas dos Correios. Inicialmente, a novidade estará disponível apenas em São Paulo, mas segundo as empresas, há grandes chances da ideia ser expandida para outros estados, como Alagoas.

Inflação

A inflação fechou 2017 em 2,95%, o menor nível desde a implantação do sistema de metas, em 1999. Uma análise realizada pela revista Veja mostrou os itens que mais subiram e os que mais caíram no ano passado. O grupo de alimentos teve a primeira queda desde o início do Plano Real (1994), enquanto os itens de saúde e cuidados pessoais foram os que mais subiram de preço, puxados por reajustes em planos de saúde e remédios. Plano de saúde aparece como o 7º item que mais subiu.

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