Acompanhe nas redes sociais:

20 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 957 / 2018

30/01/2018 - 15:39:06

Gabriel Mousinho

Gabriel Mousinho

As pesquisas estão corretas?

Na última pesquisa para o governo do Estado realizada pela TDL e registrada no TSE como manda agora a lei, Renan Filho ganharia no 1º turno com 68% dos votos. Está certo? É uma dúvida que paira no ar, mesmo que o prefeito Rui Palmeira não tenha anunciado que vá disputar as eleições deste ano.

Nada contra a TDL e outras instituições que se aventuram a realizar pesquisas, mas é difícil de acreditar que Renan Filho esteja com essa vantagem toda. Afinal de contas, o seu governo não é lá essa maravilha que a mídia paga insiste em dizer por aí.

No campo policial, nunca se matou tanto em Alagoas, mesmo com os altos investimentos que se diz terem sido feitos na segurança pública. Na área de saúde, literalmente um desastre, se observa o caos nos principais hospitais do Estado. A educação melhorou um pouco, mas fornecedores penam para receber migalhas que o governo lhes deve.

Esse resultado da pesquisa talvez seja pela caríssima propaganda enganosa que parte da população se deixa levar e que, aos poucos, ao se aproximarem as eleições, a realidade venha à tona. Mesmo assim é difícil de acreditar numa vantagem tão descomunal como esta última que foi divulgada nos meios de comunicação.

Aberração

Os resultados das últimas pesquisas dão a dimensão de que seria muito bom o acompanhamento da Polícia Federal na compilação dos dados de levantamentos no campo. Imaginem só: pelos resultados, Rui Palmeira estaria até ameaçado de não ganhar uma eleição para vereador em Maceió. Pode?

Arnon vem aí

O filho mais velho de Fernando Collor pode vir a ser candidato nas próximas eleições, mas dificilmente ganhar alguma vaga no Senado como dizem por aí. No máximo Arnon se aventurará a uma candidatura a deputado federal. Leve-se em consideração que esse rapaz sumiu de Alagoas nos últimos anos e vai ter, com certeza, muito trabalho para ser mais conhecido em todo o estado.

Sem acordo

Se depender do senador Fernando Collor, o ex-governador Téo Vilela não terá chances nas eleições deste ano. Collor não esquece os conchavos e traições em eleições passadas, quando os compromissos assumidos não foram cumpridos.

Força

O senador Fernando Collor já começou suas andanças no interior e Arapiraca foi a primeira cidade onde aportou. Esteve com Célia Rocha, manteve contatos com lideranças políticas e anunciou sua candidatura à presidência da República.

Atropelando 1

O governador Renan Filho tem se revelado um trator na busca da reeleição e passa por cima de tudo, até mesmo de decisões judiciais. Foi o que aconteceu no município de Lagoa da Canoa, quando expediu ordem de serviço para a construção de uma estrada que liga a cidade ao povoado de Mata Limpa, mesmo com uma licitação já feita pela Codevasf, cujos recursos foram conseguidos pelo senador Benedito de Lira.

Atropelando 2

Em plena campanha, não permitiu que o Instituto do Meio Ambiente fornecesse a licença ambiental à Codevasf e passou por cima de decisões e instituições para assumir a paternidade da obra. Além do mais, a obra estaria custando cerca de 18% mais cara do que a que foi licitada pela Codevasf. Mesmo assim, o governador fez a festa em Lagoa da Canoa. Um tema para o Ministério Público.

Xô, sanatás

O senador Álvaro Dias, presidente nacional do Podemos, tem interesse de vir a Alagoas nos próximos meses. Mas já está alertando que não quer negócio com o colega Renan Calheiros. Dias já se estranhou com Calheiros tempos atrás e quer vê-lo bem longe do seu Podemos.

Mínima chance

O PCdoB, que está aliado com o PMDB de Renan Filho, dificilmente conseguirá assento na Assembleia Legislativa. Ultimamente o nome mais forte da agremiação, Eduardo Bomfim, anda sumido das atividades políticas.

Salve-se quem puder

Velhos adversários políticos estão fazendo dobradinha para as eleições este ano. É o salve-se quem puder, já que a grana, depois da Operação Lava Jato, ficou curta. Engolir sapo é arte da política em Alagoas.

Bala na agulha

Com uma atuação impecável na Prefeitura de Traipu, o prefeito Eduardo Tavares é um dos nomes mais comentados nas mais diversas alas políticas de Alagoas. Com cacife suficiente para figurar como vice ou mesmo candidato ao Senado ou a deputado federal, Tavares vem sendo cobiçado pelo tucanato e pelo PMDB. Deve decidir sua vida política até o final de fevereiro. Se fica em Traipu ou se candidata nas próximas eleições.

Área livre

Para deixar livre outros candidatos, grupos insistem para que o senador Benedito de Lira saia como vice na chapa de Rui Palmeira. Ficariam livres Téo Vilela, Maurício Quintella e possivelmente Marx Beltrão. “Negócio da China”, avaliam amigos do Biu.

Vaga garantida

Quem convive com o senador Biu de Lira, sabe que sua vaga no Senado já está garantida. A outra vai ser disputada com outros grupos políticos, inclusive do senador Renan Calheiros. São duas vagas para mais de cinco candidatos.

Alvo preferido

O governador Renan Filho não perde a oportunidade de alfinetar o ex-governador Téo Vilela. Ele faz isso com frequência, dando a entender que não existe, pelo menos no momento, disposição para uma dobradinha com o pai, Renan Calheiros. 

Mais uma

Renan Filho prometeu entregar até junho o Hospital da Mulher com mais de 120 leitos. Tudo bem. Mas o desafio maior é mantê-lo em funcionamento. Os que já existem passam sérias dificuldades, a exemplo do Hospital Geral do Estado e da Maternidade Santa Mônica.

Porto em baixa 1

A ausência de cargas e falta de trabalho são as maiores preocupações dos trabalhadores avulsos do Porto de Maceió. Além disso, a indiferença do atual administrador, João Gustavo Abdalla, oriundo do estado do Maranhão, agrava o problema. Os ministros Maurício Quintella e Marx Beltrão, padrinhos de Abdalla, já foram suficientemente informados da grave situação, mas não estão nem aí. Para completar os guindastes não funcionam e as condições de trabalho são muito precárias. 

Porto em baixa 2

O Sindicato dos Arrumadores, por exemplo, fez amplas reivindicações que já foram entregues ao ministro Marx Beltrão, responsável, anteriormente, pela desastrada indicação de Tadeu Lira para a Administração do Porto e até agora, como já era esperado, nada. O ministro Maurício Quintella, responsável pela área, também fez ouvido de mercador. Já o ex-administrador, Tadeu Lira, numa ação inusitada, colocou o próprio Porto na Justiça. E os trabalhadores pagando o pato.

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia