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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 957 / 2018

30/01/2018 - 15:34:14

Sururu

Da redação

Elle, de novo 

1 - Ao anunciar sua pré-candidatura a presidente da República pelo nanico PTC, o senador Fernando Collor voltou a mexer com o sentimento dos brasileiros - de amor ou de ódio -  que caracteriza a relação do país com o ex-presidente.

2 - Os que não gostam de Collor têm fortes argumentos para acusá-lo de improbidade administrativa, mesmo tendo sido absolvido no STF de todos os crimes que deram sustentação ao processo de impeachment. 

3 - O próprio Collor confessou, reiteradas vezes, que seu maior erro foi congelar os depósitos bancários, fato que atingiu em cheio a classe média e entrou para a história como “confisco da poupança”.

4 - A meta era domar uma inflação de 1764,8% que devorava a renda dos brasileiros, mas algo deu errado e o tiro saiu pela culatra. Collor foi derrubado e o “confisco” ficou gravado na memória da nação como marca do Governo Collor. 

5 – O fiasco de seu plano econômico foi suficiente para a deflagração do movimento “Fora, Collor”, patrocinado pelas velhas oligarquias partidárias que nunca aceitaram um “estranho no ninho”, que chegou ao poder sem o apoio de nenhum cacique. 

6 – Da mesma forma, os defensores de Collor enxergam mais resultados positivos que negativos. E destacam a agenda neoliberal do Plano Collor, que legou ao Brasil uma nova visão de governo em relação ao papel do Estado na economia. 

7 – Outras medidas pontuais listadas por seus defensores são a abertura do mercado às exportações e a extinção de vários órgãos de governo como IAA, IBC, DNOCS, Sudene e outros cabides de empregos. 

8 – Mais de um quarto de século depois, Collor volta ao centro do debate disposto a reconquistar o Planalto com a promessa de concluir seu plano de tirar o Brasil do atraso e da mesmice. 

9 – Quem viver, verá. 

Tudo pelo poder

Quem conhece o ministro Humberto Martins, do STJ, sabe que ele seria o último magistrado a negar posse à deputada Cristiane Brasil como ministra do Trabalho. Ambicioso e ávido pelo poder, o alagoano jamais perderia a chance de servir ao Planalto, mesmo usurpando a competência do STF nessa questão. 

Sem Lula no palanque

A condenação de Lula deve mexer com as eleições em Alagoas e provocar prejuízos para o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho. Candidatos à reeleição, pai e filho contavam com a candidatura de Lula como reforço de campanha.

Na condição de condenado em segunda instância, Lula dificilmente emplacará sua candidatura à Presidência, ainda que não seja preso este ano. Fora da eleição, o ex-presidente pouco ou quase nada pode fazer para ajudar seus aliados em Alagoas.

Agora, a expectativa é sobre o potencial de Lula como cabo eleitoral e sua capacidade de transferir votos para os aliados. Solto ou na cadeia, Lula da Silva ainda pode influenciar na eleição deste ano.

A prisão de Lula

Os delegados da PF que preparam a prisão de Lula alertam que a operação “tem que ser bem articulada para garantir a segurança do petista e também dos policiais”. A partir do momento em que o juiz determinar o cumprimento da pena, a PF já estará autorizada a buscá-lo onde estiver.

Prontuário presidencial

Nada fácil a vida dos presidentes brasileiros eleitos democraticamente desde o final da ditadura Vargas (não que na maioria dos casos haja motivo para ter pena deles). Vi uma lista sobre o destino dos presidentes eleitos pelo povo desde 1945:

Vargas: suicídio

Juscelino: cassação e exílio

Jânio - renúncia

Collor - processo de impeachment e renúncia

Lula - condenação por corrupção e lavagem de dinheiro

Dilma - impeachment

Somente Dutra e FHC escaparam de um destino trágico, melancólico ou infame. 

 (Caio Blinder).

Sem paixão

Até a Folha de S. Paulo se rendeu à decisão do TRF-4 de condenar o chefe da quadrilha do Petrolão: “Não há como apontar sinais de espetacularização, exibicionismo ou paixão política na atitude dos três desembargadores que examinaram o processo envolvendo o ex-presidente Lula nos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro”.

Sodoma e Gomorra

Após transformar suas novelas em orgias homossexuais, a Rede Globo agora usa o Big Brother Brasil para incentivar a depravação sexual sem limite. E pasmem, no início da nova edição do BBB teve até cenas de incentivo ao incesto entre pai e filha, tio com sobrinha e outras aberrações se

E ninguém faz nada contra essa degradação moral patrocinada pelos irmãos Marinho, que querem acabar com a instituição da família e transformar o Brasil em imensas Sodoma e Gomorra. 

Seguro-traição

A decisão de Rui Palmeira sair candidato ao governo de Alagoas depende de muitas costuras que estão sendo alinhavadas com os aliados. E uma delas, senão a mais importante, é a escolha do vice. 

E o nome do momento é Biu de Lira, não por sua densidade eleitoral, mas para evitar uma possível traição contra o prefeito em ano eleitoral. 

Os aliados de Rui alegam que entregar a prefeitura ao vice é um risco muito alto. Afinal, Marcelo Palmeira é enteado do senador, de quem é apadrinhado. 

No jogo pesado de uma eleição majoritária, qualquer acordo prévio é trocado pela política do salve-se quem puder. E nesse jogo pesado poucos se salvam. 

Rafael, o cara 

Desde que admitiu sua pré-candidatura ao Senado, o empresário Rafael Tenório virou o cara do momento. Políticos de todos os matizes o procuram diariamente em busca de coligações e apoios futuros. Calejado na arte da cooptação, Rafael vai driblando a todos sem se comprometer com ninguém. 

Antes tarde...

A chegada da juíza Luciana Raposo à Comarca de Marechal Deodoro reacendeu a esperança da população em uma justiça rápida e justa. Sem subterfúgios nem interesses pessoais ou políticos. 

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