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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 954 / 2018

09/01/2018 - 15:20:15

O pai da mentira

JORGE MORAIS

Muitas mentiras foram ditas e até contadas em versos e prosas no ano que terminou há uma semana, pelo menos. Gente de toda espécie mentiu. Alguns mentiram pouco e outros bastante. Na classe política, então, nem se fala. Mentiram nos governos, nos ministérios, no Congresso Nacional, nas assembleias, nas câmaras de vereadores, nas pequenas e grandes empresas. Todos mentiram, especialmente quando prometeram em campanhas e que não cumpriram até hoje. As mentiras foram tantas que até diante da justiça não houve cerimônia alguma em mentir.

A própria justiça entrou na onda da mentira, quando acreditou nas delações premiadas produzidas a partir de denúncias fabricadas - exemplo dos irmãos Joesley e Joécio Batista - que ganharam muito dinheiro com suas denúncias e, hoje, estão presos, e alguns procuradores e promotores também sendo acusados de fazerem parte do circo e do ciclo de mentiras. Nunca se mentiu tanto como em 2017. Muitas dessas mentiras foram contadas com a conivência da mídia e de alguns jornalistas importantes envolvidos nesse rol de mentiras.

No entanto, ninguém mentiu mais do que uma pessoa: o ex-presidente Lula. Quando Jesus procurou uma coisa para explicar ou indicar quem era Satanás, o chamou de Pai da Mentira. Pois bem, o Lula pode muito bem ser comparado ao Satanás, porque mentiu muito durante tanto tempo e continua mentindo para o povo brasileiro. O “cara”, que conseguiu enganar até o presidente Barak Obama, dos Estados Unidos, que foi na onda da conversa dele e que, depois, saiu fazendo a propaganda de que Lula era o “cara”.

Cara de quê? Só se for o “cara de pau”, mentiroso e enganador, que continua fazendo discursos pelo País afora se dizendo vítima do juiz Sérgio Moro; vítima dos procuradores de justiça do Paraná e de Brasília; vítima da Polícia Federal; vítima do presidente Michel Temer e aliados; vítima da política brasileira; e, quem sabe, vítima do Supremo Tribunal Federal, que até agora não lhe colocou na cadeia como faz com um bocado de “pé rapado”, como se diz no interior, espalhados e vindos dos grotões e favelas do Brasil.

O problema maior é que essas pessoas mentirosas contam com um aliado forte: o ministro Gilmar Mendes, que tem pena de governadores e políticos ladrões que deveriam mofar nas cadeias públicas e nojentas espalhadas por todos os lugares, mas estão sendo soltos. Outros, como é o caso do Lula que será julgado agora em janeiro, no Rio Grande do Sul, ainda pode escapar da cadeia, mesmo já condenado a 9 anos e meio em primeira instância, mas garante que não será preso e que será candidato contra tudo e contra todos.

Em um país onde as pessoas mentem descaradamente; que um ex-presidente e filhos ficaram ricos da noite para o dia, ou melhor, com apenas dois mandatos, não podemos duvidar mais de nada, nem de ninguém. Em um país onde os pobres estão cada vez mais pobres - e isso ocorre desde o primeiro governo do Lula -, porque se estivessem bem, não precisariam de Bolsa Família, bolsa gás, e outras misérias instituídas, que são justificadas pelos mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados. Esse é o Brasil que o Lula e a Dilma Rousseff deixaram e que o Michel Temer está acabando de afundar.

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