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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 949 / 2017

04/12/2017 - 19:57:37

SUA SAÚDE MENTAL

Depressão e psicanálise

Depressão é um transtorno de humor que compromete a vida familiar e social do indivíduo. É um estado sintomático e não uma categoria de patologia. Ela necessita ser prevenida, diagnosticada e devidamente tratada, principalmente por psicólogo.

Sintomas: apatia, irritabilidade, perda de interesse, tristeza, atraso motor ou agitação, ideias agressivas, insônia, fadiga e anorexia.

Na próxima edição mais sobre anorexia.

SAP - O que diz a lei

O  artigo 2º da Lei 12.318, de 26 de agosto de 2010 (que determina o que é a Síndrome da Alienação Parental - SAP) é claro quanto à conduta do alienante:

“Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.”

SAP - O que diz a lei II

A mãe (geralmente é a mãe, mas pode ser o pai ou quem esteja com a guarda da criança/adolescente) não elabora a situação do luto da separação, adequadamente, e faz vingança (consciente ou inconscientemente) contra o ex-cônjuge porque houve a separação judicial.

O juiz pode tomar uma decisão drástica se a criança está sendo induzida ou manipulada – alienação parental - e isso pode ser contra o pai, mãe ou quem esteja com a guarda, ou seja, pode-se perder a guarda da criança/adolescente.

SAP - O que diz a lei III

Quando a criança/adolescente se torna alvo de disputa dos pais e isso é extremamente prejudicial para a saúde mental dele, o juiz pode determinar psicoterapia para as partes envolvidas, principalmente para a criança/adolescente.

Na próxima edição:  quais os comportamentos/transtornos podem ocorrer na criança/adolescente,  caso  seja vítima de alienação parental?

Psicanálise                e o suicídio

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a cada 40 (quarenta) segundos uma pessoa comete o suicídio. Os índices aumentam a cada ano e os motivos são diversos. O ato suicida/tentativa pode ter origem genética, ambiental e social. No Brasil, o estado onde mais se comete o suicídio é o Rio Grande do Sul.

Para Freud, a perda real de um objeto refere-se ao luto, mas o sujeito mantem o senso de autoestima. Na melancolia/depressão, o objeto perdido é mais emocional que real e neste caso há uma profunda perda da autoestima, autoacusação e culpa e neste caso pode haver uma ideação suicida.

O suicídio resulta no deslocamento de desejo destrutivo em relação a um objeto internalizado que é dirigido contra o self (a própria pessoa).

O que fazer com uma pessoa que tem ideação suicida ou que  tentou o suicídio? Na próxima edição

Anedonia?

No consultório, o que mais surge são pessoas com sintomas da anedonia, ou seja, a perda da capacidade de sentir prazer. Nada tem sentido; nada presta; tudo está cinza. A pessoa apresenta estado de depressão agudo. Aos primeiros sinais desses sintomas procure um psicólogo.

Reflexão ...

Os alimentos representam para o corpo; o mesmo que as verdades representam para a saúde mental. 

Afeto

Numa pesquisa realizada em São Paulo, detectou-se que grande parte dos presidiários teve uma coisa em comum: os pais ou responsáveis foram negligentes com relação ao dar afeto, que é nada mais, nada menos do que um sentimento de carinho, de cuidado, de proteção.

Na conclusão da pesquisa foi destacado que quanto mais afeto a família der aos filhos menos probabilidade ele terá de ter um transtorno mental. Lembrando que conhecimento na área da psicologia não é matemática.

Portanto, pode acontecer de alguém ter tido muito afeto e apresentar algum transtorno mental. O meio ambiente – estressante - pode ser um indicador/causador do surgimento de um transtorno. O fator genético também pode disparar a situação, embora não seja a principal causa.

Assim, quanto mais afeto (dentro do limite), menos desequilíbrio emocional.

Livro

Quer despertar a sua paixão pela vida? O livro: “Louco por viver”, de Roberto Shinyashiki, é uma excelente indicação.

Psicanalisando ...

O diagnóstico de uma “doença mental” é o menos importante; a pessoa é mais importante;  o sintoma é único; é individual. (arnaldo santtos)

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