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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 948 / 2017

22/11/2017 - 13:14:58

Intentona Lavadraz

IRINEU TORRES

Fundar um partido estado. Partido sem ser parte. Partido único. Mudar a forma de estado, a forma de governo, o regime político. Para atingir tais objetivos, em tese se faz necessário instituir a anarquia generalizada. Destruir a Nação. Por sobre os escombros do estado democrático de direito haveria de brotar um governo totalitário. 

Esse plano infame e miserável foi posto em andamento no Brasil pelo PT. Fracassou. Restou uma Nação gravemente ferida em sua unidade.  Reformadores revelados como ladrões. O Brasil não foi expropriado por bolcheviques, mas sim, foi expropriado por ladrões sem qualquer ideal político, uma revolução sem caráter e sem vergonha de roubar por roubar ao ponto de não poder levar o produto do roubo. 

Restou uma classe política desmoralizada que se arrasta. Eleições limpas estão fora de alcance. A Nação condenada a uma morte lenta e dolorida pela Intentona Ladravaz iniciada com a primeira eleição direta para presidente do Brasil e que ainda está em curso. Uma coalizão de ladrões insaciáveis que aparelhou em larga escala as instituições nacionais. Os poderes da República nas três esferas federativas, o serviço público, o sistema financeiro, o mercado de capitais, a atividade midiática, os sindicatos e o próprio povo que sofre menos pela miséria do que pela frustração de não compartilhar do roubo. 

Por mais que se autue, julgue e condene um sem número de ladrões, a Intentona Ladravaz vai além dos esforços patrióticos da Lava Jato. A intervenção cívico-militar pode vir a ser a derradeira alternativa em defesa do estado democrático de direito.

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