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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 945 / 2017

31/10/2017 - 09:48:22

Gabriel Mousinho

Gabriel Mousinho

Vale tudo no governo

O governo do Estado, literalmente, entrou no varejo. Por composições e alianças políticas desconhece tudo e a todos e só não saem o governador Renan Filho e o vice Luciano Barbosa.

Em nome da reeleição, os cargos no governo estão em livre disputa, desde que partidos se aliem ao clã dos Calheiros, dispostos a tudo para fazer Renan continuar no Senado e o filho permanecer no Palácio dos Martírios.

Como o momento é de negociação e de alianças, seja qual e com quem for, os auxiliares de Renan Filho devem sempre manter suas gavetas arrumadas. Um simples telefonema é carta fora do baralho.

Como se vê, nem tudo são flores na República dos Calheiros. O jogo é bruto, mesmo que seja com pessoas de sua intimidade.

Amnésia de Collor

O senador Fernando Collor parece ter mudado muito de uns tempos para cá. Ele, por exemplo, esqueceu, o que não é de seu costume, quando disse a célebre frase de que o tempo é o senhor da razão, o que Renan Calheiros lhe fez quando ainda era presidente da República. Agora, se alia ao clã dos Calheiros olhando para as eleições de 2018.

Cotovelada

Considerado até então como um dos mais eficientes colaboradores do governo, Álvaro Vasconcelos foi descartado da equipe de Renan Filho com apenas um simples telefonema. Caiu em desgraça com Fernando Collor, responsável por sua indicação, que agora é calheirista desde criancinha e caiu fora.

Deselegância                    e ingratidão

O governador Renan Filho demonstrou que não tem apreço por ninguém. Nem mesmo um telefonema deu para Álvaro Vasconcelos, deixando esta tarefa para o secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias. A política é assim mesmo. E as pessoas, também.

Amigo da onça

Álvaro Vasconcelos, demitido por um telefonema de Fábio Farias, o grande interlocutor de Renan Filho, ainda estaria alimentando a esperança de assumir outro cargo no governo. Pelo menos é isso que auxiliares do governador e do senador Renan estão plantando na mídia alagoana. Será que Álvaro não aprendeu a lição?

Onde há fumaça...

O troca-troca de auxiliares no governo terá sequência nos próximos dias. Mesmo que venha negando sistematicamente, Antônio Carlos Gouveia, do Detran, que tem realizado um excelente serviço no órgão, pode ser a próxima vítima. O órgão, muito cobiçado por grupos políticos, está na ordem do dia.

Fim do lixão

O município de Traipu decretou o fim do lixão. O prefeito Eduardo Tavares anunciou o aterramento de onde funcionava o lixão e irá iniciar as obras de recuperação da área com o plantio de plantas nativas. Enquanto o novo sistema não fica pronto, Tavares está construindo uma área de transbordo onde. a cada dois dias, caminhões da prefeitura transportarão o lixo para o município de Craíbas. A informação foi comunicada oficialmente ao presidente do IMA, Gustavo Lopes, na sede do órgão, em Maceió.

De boca aberta

Fazendo jogo de cena, o PT falou que iria consultar o ex-presidente Lula para saber se poderia compor com o PMDB de Renan Calheiros em Alagoas. Ridículo sobre todos os aspectos. Mas grave ainda, por desconhecer que a presidente do partido em nível nacional é a senadora Gleisi Hoffman.

Tristeza no PSDB

O clima no PSDB, em Alagoas, não é lá esse ouro 18 depois que Téo Vilela entregou o partido ao prefeito Rui Palmeira. Um dos que andam cabisbaixos é Claudionor Araújo, que muito fez pelos tucanos nos últimos anos. Rui deve dar uma vassourada geral e indicar para os cargos pessoas de sua inteira confiança.

Disposição

O ex-governador Téo Vilela já não faz segredo para ninguém de que será candidato ao Senado e que marchará para eleger Rui Palmeira governador. O que ninguém sabe é se Vilela fará mesmo dobradinha com outro candidato do grupo de oposição para o Senado, ou fará uma aliança branca com o senador Renan Calheiros.

Estimulado

Téo Vilela tem se entusiasmado com algumas pesquisas feitas recentemente. Ele, em alguns municípios, tem disparado nas pesquisas, embora grande parte do eleitorado ainda esteja indeciso sobre em quem votar nas próximas eleições para o Senado.

Só em 2018

O prefeito Rui Palmeira só quer mesmo decidir se será ou não candidato ao governo no próximo ano. Mas tudo indica que Palmeira vai topar a parada. Afinal de contas nenhum Palmeira perdeu qualquer eleição para os Calheiros. Começou com o pai Guilherme, depois passou por Cícero Almeida apoiado pelos Renans.

Risco

A demora, entretanto, de anunciar a disposição de disputar o governo, vem trazendo consequências para o grupo político do prefeito de Maceió. O PP, Democratas e o PR estão preocupados com a indecisão de Rui, que começa a criar problemas para os candidatos proporcionais.

Desgaste

Parte do grupo do prefeito de Maceió acha que a demora de Rui em se manifestar sobre sua candidatura é estratégica para não haver desgaste político. Outra parte tem se preocupado com os partidos que fazem a aliança, o que pode trazer problemas futuros.

Risco de problema

A antiga Ceal, hoje Eletrobras, cuja venda o governo federal negocia para grupos privados, está esquecida de que um grupo independente de trabalhadores pode inviabilizar sua comercialização. Credores do Plano Bresser, este grupo, representado pelo advogado Ricardo Omena, pode até negociar com os pretensos compradores. A princípio, o grupo não deve aceitar os valores propostos pela empresa, muito aquém dos valores atuais.

Na moita

Um conhecido advogado, que já esteve enrolado com suposta compra de sentença em Maceió, tem trabalhado a mil por hora nos bastidores para viabilizar definitivamente a recuperação judicial pedida de sete usinas de açúcar através da famosa e conhecida Cooperativa dos Usineiros. Vai levar uma nota, dizem experts no assunto.

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