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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 939 / 2017

14/09/2017 - 21:59:29

Justiça convoca entidade a prestar contas dos anos de 2013 a 2016

Diretoria garante que todas as contas foram aprovadas em assembleia, conforme determina o Estatuto

Maria Salésia [email protected]
Disputa pela presidência da Adefal vai parar na Justiça e eleição continua uma incógnit

A Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), através de seu presidente João Ferreira Lima, foi convocada pela Justiça a prestar contas dos anos de 2013 a 2016. O processo 0715937-82.2017.8.02.0001, movido por Pedro José de Lima Neto, foi acatado em 4 de julho de 2017 pelo juiz Pedro Ivens Simões de França que em seu despacho dar prazo de cinco dias para que apresente documentação ou conteste. Representante da entidade garante que não há qualquer irregularidade e que todas as contas foram aprovadas em assembleia de sócios, conforme determina o estatuto.

O argumento é de que não existe nenhuma conta desaprovada, inclusive as de 2016 foram aprovadas por 97 votos favoráveis com apenas um voto contra. “Não existe nenhum questionamento ou solicitação do Conselho Fiscal nesse atual mandato”, garantiu o advogado da Adefal.

A assessoria jurídica esclarece que o único requerimento foi o efetuado pelo conselheiro José Augusto na véspera da assembleia solicitando cópia de toda documentação do período de 2013 a 2016. Na ocasião, disse, o mesmo foi informado que seria impossível fornecer as cópias, mas toda a documentação estava disponível na tesouraria da instituição.

Eleição sem data para acontecer

A polêmica envolvendo a eleição para a nova diretoria da Adefal está longe de chegar ao fim. A pendenga se arrasta desde 7 de abril deste ano, data em que deveria acontecer o pleito. 

Sem novidade, o recurso de Agravo de Instrumento que suspendeu a eleição encontra -se pendente de julgamento. Na verdade, o processo ainda será pautado para julgamento da Câmara Civil.

A última tentativa de ocorrer a eleição aconteceu em 14 de junho, mas foi cancelada devido a uma decisão do desembargador Kléver Loureiro sob o argumento de que não tivera tempo de analisar o processo. Na ocasião, integrantes da Adefal realizaram um protesto na Avenida Fernandes Lima e uma comissão foi até o Tribunal de Justiça (TJ) pedir explicação.

Vale ressaltar que uma semana antes,  a 5ª Vara havia decidido que não há irregularidades na votação, mas uma das chapas impetrou um recurso pedindo o cancelamento.

Duas chapas concorrem à presidência. A primeira é encabeçada pelo atual presidente, João Ferreira, já a segunda, que alega irregularidades na comissão eleitoral, tem Pedro José como principal nome. Cerca de dois mil associados estão aptos a votar. 

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