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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 938 / 2017

11/09/2017 - 15:07:25

Independência

JOSÉ ARNALDO LISBOA

Eu escrevo em jornais há mais de 60 anos e o meu primeiro artigo foi escrito quando eu tinha 18 anos. Nessa época, eu comecei a escrever no Jornal de Alagoas, no espaço destinado à página dos municípios. Depois escrevi durante 22 anos na Gazeta de Alagoas, até quando o jornal começou a me censurar, por causa dos meus artigos com certas verdades que o povo gosta, porém, os jornais censuram. Escrevi no Correio de Maceió; no semanário Desafio, em o O Repórter e na Tribuna de Alagoas. Há 18 anos eu escrevo no EXTRA, portanto, desde que o jornal foi inaugurado. O bom do EXTRA é que eu nunca fui censurado pelo jornal e nunca “cortaram”, sequer, uma vírgula dos meus textos. Só ultimamente é que eu recebi ameaças de morte, cujas gravações eu as tenho, para possíveis comprovações. Pelo que senti e descobrimos, foram dois dos personagens que se dizem “artoridades” que me ameaçaram, por causa dos meus artigos.  

Como eu gosto de fazer meus desabafos jornalísticos, muitos amigos e leitores gostam do que eu escrevo, a ponto de ser conveniente que eu agradeça a alguns deles, quando nos encontros e dizem ter gostado do que eu escrevi. Vejam que em muitos artigos eu faço os agradecimentos, citando os nomes deles. Para mim, são muito gratificantes os elogios e as leituras deles, porém existem pessoas com cara de “artoridade” que já viraram as suas caras quando me viam e me veem. Eu já fiz críticas a órgãos, inclusive, com muita honestidade, principalmente quando diziam que eles estavam roubando. Esses caras, hoje em dia já deixaram de ter uma “boquinha” e vivem por aí bajulando as outras “artoridades”. Os “filhos de uma pu....”  são tão descarados que, já passaram a me cumprimentar agora, quando eu os vejo, hoje, nas praias, nos restaurantes  ou dirigindo nos seus carro sem placa oficial. O cara é cínico!

O jornal EXTRA é um jornal sério, sem “donão” e que já completou 18 anos, diferente, de outros jornais que apareceram, foram importantes, mas desapareceram das bancas e dos vendedores de jornais. O jornal EXTRA diz o que acontece no dia a dia; divulga o que é notícia e não tem medo de cara feia. Possui um Conselho Editorial presidido pelo Dr. Luiz Carnaúba e integrado pelo Dr. Mendes de Barros, o empresário Maurício Moreira e esse seu conterrâneo de Mata Grande, o qual meus pais, Manoelzinho Martins e Lysette Lisboa resolveram chamar de José Arnaldo. O EXTRA, na sua parte executiva, é composto das figuras do editor-geral Fernando Araújo (figura central do jornal), a chefe de Redação, Sra. Vera Alves e o “dono das artes”, Fábio Alberto, além dos repórteres.

Atenção, vou falar no Gabriel, no Jorge, no Paulo Holanda, José Fernando, Cláudio Vieria, no Jorge Moraes, na Alari, etc.

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