Acompanhe nas redes sociais:

20 de Novembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 935 / 2017

20/08/2017 - 11:12:54

O Sr. Henrique Meirelles é um grande conversador

JOSÉ ARNALDO LISBOA

Eu consultei os melhores dicionários da Língua Portuguesa, para encontrar uma palavra que melhor definisse a situação do Brasil, no momento atual. Encontrei a palavra “LADROEIRA”, já que o país está sendo dirigido por políticos corruptos. Por isso mesmo, temos que reconhecer que ainda vamos nos deparar com inúmeros problemas econômicos, sociais e morais. Estamos arrodeados de ladrões de colarinhos brancos que, certamente, serão inocentados pela Justiça, comprometida com os donos de talões de cheque ou com os donos de maletas cheias de dinheiro em espécie. O Brasil vem sofrendo com a falta de moral, provocada por autoridades, executivos e políticos que resolveram assaltar os cofres públicos. O Brasil está atolado numa lama fétida que atinge todas as atividades. Diante da situação atual, eu lembrei-me do marechal Charles de Gaulle, ex-presidente da França, quando perguntado sobre o que achava do Brasil. O ilustre líder mundial não demorou a responder à pergunta, dizendo que “o Brasil não é um país sério”. Realmente, o nosso país não se comporta como um país sério, pois tudo aqui é levado na brincadeira, na bagunça, na devassidão e na irresponsabilidade com o dinheiro público. 

Agora mesmo estamos vivendo um período de anarquia total, com os deputados federais legislando em causa própria, quando mudando as leis e as regras para as eleições. Com as modificações propostas, ficaremos num verdadeiro “saco de gatos”, no qual o povo é que está perdendo de eleger seus próprios representantes. Estão criando regras e leis malucas, tendo um tal de “distritão” como principal motivo para criação de verdadeiros “donos dos partidos”. De todas as modificações que estão sendo feitas, a mais imoral é a da criação de um fundo partidário para financiar as eleições, num total de 3,6 bilhões de reais. O povo não imagina quanto dinheiro será gasto nas eleições. Para se ter uma ideia, com esse dinheiro poderão ser comprados 90.000 automóveis, dos mais modernos possíveis ou, ainda, 9.000 apartamentos na Praia da Ponta Verde, em Maceió, tendo piscina, sauna, churrasqueira e academia. É muito dinheiro para ser jogado no lixo. Além de tudo, os gastos serão com candidatos particulares, financiados pelo governo. Uma verdadeira safadeza. 

Por sua vez, estamos acompanhando o senhor Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, o qual está fazendo tentativas, sem bons resultados, para que o Brasil entre nos eixos. Nós não entendemos nada de economia, porém, estamos vendo e assistindo, o presidente da República e o ministro da Fazenda “como cegos em tiroteios”, utilizando-se do Brasil para fazer experiências e ver se tais besteiras vão dar certo. O rombo das contas públicas farão com que o nosso Brasil caia num grande precipício, pois o rombo é tão grande que faltará dinheiro para a Saúde, para a Segurança Pública, para a Educação e para muitas outras necessidades. Estamos atolados, até o semieixo!

Em tempo – Eu tenho três bons amigos que me leem no EXTRA, todas as sextas-feiras. São eles, Verdi Barros Bezerra, Arani Gomes e o médico Dr. Antônio Alves, ex-Secretário da Saúde. Aos três meus agradecimentos pelo incentivo.  

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia