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16 de Novembro de 2018

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Edição nº 935 / 2017

20/08/2017 - 11:08:19

Meio Ambiente

Sofia Sepreny da Costa

Mortandade de peixes 

A mortandade de algumas espécies de peixes e crustáceos que aconteceu na Lagoa da Anta, em Maceió, foi causada pela péssima qualidade da água represada, causada por deficiência de Oxigênio Dissolvido (OD), elevada Carga Orgânica (DBO) e valores indesejáveis de Coliformes Termotolerantes (Fecais). O instituto do Meio Ambiente divulgou relatório apresentando as causas das mortes no início desta semana.

Fábricas de carvão clandestinas 

As equipes de fiscalização do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) identificaram e demoliram, nos últimos dez dias, seis fornos clandestinos de fabricação da carvão, na região do Sertão de Alagoas. Dois deles estavam localizados no município de Piranhas e os outros quatro em Delmiro Gouveia. A extração de carvão a céu aberto gera impactos ambientais visíveis na cobertura vegetal e fauna, sendo responsáveis pela degradação de largas áreas e poluição visual, sem contar a intensificação de processos erosivos.

Nordeste com seca extrema 

A Sociedade Meteorológica Americana (AMS) e a Agência os Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (Noaa) publicou no início deste mês, uma análise de como o clima se comportou no planeta no ano passado. O estudo confirma os dados preliminares divulgados no começo de 2017, mostrando que 2016 foi o ano mais quente já registrado – e que a concentração de carbono na atmosfera é a maior nos últimos 800 mil anos. O estudo também analisa eventos extremos, e um deles chama a atenção: a seca no Nordeste. A seca no Nordeste do Brasil foi observada pelo quinto ano consecutivo, fazendo dela a mais longa já registrada na região.

Sururu desaparece 

A diminuição do nível da salinidade da lagoa Mundáu fez o animal desaparecer, o que deixou 3.000 famílias (cerca de 11 mil pessoas) sem renda. O excesso de chuvas nos últimos dois meses é apontado como a principal causa do desaparecimento do sururu nas lagoas Mundaú e Manguaba, também na região metropolitana.

Licença ambiental  para termelétrica 

O Ministério Público Federal investiga a licença ambiental de uma usina termelétrica em Peruíbe, no litoral paulista. Os procuradores começaram a suspeitar do projeto porque o processo está avançando mais rápido do que o normal. Especialistas afirmam que os estudos apresentados pela empresa responsável pela obra omitem informações como os riscos à saúde da população e a degradação do meio ambiente em uma cidade que depende do turismo.

R$ 150 milhões para Amazônia 

O Fundo Amazônia vai destinar R$ 150 milhões para medidas de proteção do bioma. Com o objetivo de consolidar cadeias de valor sustentáveis e inclusivas, a iniciativa tem como alvo as populações situadas na Amazônia para que elas possam atuar como protetoras do bioma. O valor destinado a esses projetos será mais do que o dobro do montante disponibilizado pela chamada pública anterior, aberta em 2015, no valor de R$ 70 milhões.

Lei do Mar  

O Projeto de Lei 6.969/2013, que institui a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar), foi aprovado no início deste mês pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados. Conhecido como “Lei do Mar”, o PL estabelece os objetivos, princípios, diretrizes e instrumentos para o uso sustentável dos recursos marinhos aliado à conservação da biodiversidade.

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