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20 de Novembro de 2018

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Edição nº 934 / 2017

14/08/2017 - 19:25:43

Sururu

Da Redação

Sertão em alerta 

1 - O prefeito de Mata Grande, Erivaldo Mandú, entrou em rota de colisão com Hélio e Cristina Brandão, casal que bancou a sua eleição e que, de fato, é quem manda naquela prefeitura do Alto Sertão.  

2 – A coluna recebeu informações de que a causa do rompimento político seria a interrupção do pagamento de uma mesada aos Brandão pela vitória de Mandúu, que era o vice de Jacob Brandão, filho do casal. 

3 – Além de receber o “mensalão”, a família Brandão controla as quatro principais secretarias do município e pode perder esse mando caso o prefeito decida declarar sua independência política e assumir o comando da prefeitura. 

4 – A mesada teria sido cortada depois que o ex-prefeito Jacob Brandão caiu na malha fina do Ministério Público Estadual, que o acusa de corrupção. Após o pedido de prisão do ex-prefeito, Mandú teria botado as barbas de molho, temendo o “efeito Orloff”. 

5 – É práxis em Alagoas o prefeito eleger o sucessor e cobrar dele uma bolada mensal cujo valor depende da receita municipal. Quando esse compromisso não é honrado, a coisa pode acabar em tragédia.

6 – Um triste exemplo é Pilar, numa época não muito distante, em que o então prefeito, honesto, se recusou a ser cúmplice da rouba-lheira. A história acabou em mortes. Muitas mortes. 

As máfias do Ciço

Ainda não foi desta vez que o deputado Cícero Almeida escapou do processo que ameaça encerrar sua tortuosa carreira política. É a ação penal que investiga a Máfia do Lixo em que o ex-prefeito de Maceió é acusado de desviar R$ 200 milhões nos esquemas da coleta de lixo.

Ao ser excluído pelo STF da Máfia da Merenda, seus aliados e caterva cuidaram de propagar que Ciço estava livre da “Máfia do Lixo”. Mas seu pescoço continua sob a lâmina da espada de Dâmocles, pelo menos até a próxima eleição.

Esperança

O desembargador afastado Washington Luiz respirou, aliviado, ao saber que o Supremo excluiu Cícero Almeida da Máfia da Merenda por falta de provas. Acusado de integrar a mesma máfia, o magistrado acredita que também escapará do principal processo a que responde no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). É acusado de receber R$ 250 mil de propina, mas até agora ninguém apresentou provas.

Novo rumo

Afastado há mais de um ano pelo CNJ, o desembargador Washington Luiz já tem planos para tocar a vida na hipótese de uma aposentadoria compulsória. Ele pretende se candidatar a deputado federal na eleição de 2018. Mas o tempo pode tirá-lo da disputa, já que há prazos legais para filiação partidária e até o fim do ano o magistrado estará sob a mira do CNJ. 

Deu no Radar On-Line

Renan Calheiros está “animadíssimo” com os resultados de uma pesquisa eleitoral divulgada em Alagoas pelo Ibrape. Para ele, é o melhor cenário possível.

De acordo com o levantamento, o senador seria eleito com 30% dos votos, enquanto seu filho seria reeleito governador de Alagoas com 39%. Mas não é só isso que alegra Renan.

Ainda segundo a pesquisa, Michel Temer é desaprovado por 89% dos alagoanos.

Mais confiante do que nunca, o senador acredita que sua decisão de ir para a oposição foi acertada.

Deputada                   Thereza Collor 

A musa do impeachment, Thereza Collor de Mello, pretende disputar uma cadeira na Câmara Federal e de quebra, eleger para deputado estadual o filho Fernando na eleição do próximo ano. Só falta combinar com os eleitores. 

Lula nunca será preso

Lula nunca será preso.

É o que garante o ministro Gilmar Mendes, subvertendo a decisão do STF que permitiu a prisão de condenados em segunda instância.

Seu caso jamais será julgado pelos tribunais superiores. (O Antagonista)

Perigoso meliante

O professor Alexandre Belo é uma referência do Direito Constitucional brasileiro.

Veja o que ele escreveu no Facebook sobre a concessão do título de “doutor honoris causa” a Lula, pela Universidade Federal da Paraíba:

“Hoje não tem ‘Bom Dia’ nem ‘Bonjour’. Após uma noite insone, intercalada de pesadelos infernais, acordei com a sensação de que a realidade havia se transformado, ela mesma, em pesadelo.

Dediquei 30 anos de minha vida à Universidade Federal da Paraíba. A Instituição patrocinou meus estudos de Pós-graduação (mestrado e doutorado) na UFSC e em Toulouse/França. Quando terminei, dediquei-me integralmente a ela, tal qual um amigo fiel e respeitoso.

O impulso foi dado por Lynaldo Cavalcanti que, à época, colocou a UFPB entre as melhores e maiores IES do país, com 07 ‘Campi’. Tive o apoio dos reitores subsequentes e consegui desenvolver os programas de pós-graduação (stricto e lato sensu), no seu interior ou em parceria com outras instituições. Fui vice-diretor e diretor do CCJ e me aposentei ao término do meu mandato.

Ontem, soube, pelas redes sociais, que a UFPB vai conceder o título de ‘doutor honoris causa’ a um perigoso meliante, que iniciou o processo de destruição gerencial do país e que, ao lado de outros cana-lhas da mesma estirpe, apoiou o movimento ‘bolivariano’, que levou parte da América Latina à ruína, ao descalabro e ao autoritarismo. A Venezuela representa, hoje, o final dessa crônica de uma tragédia anunciada.

Esse cara, cujo nome é sinônimo de farsa, fanatismo, corrupção e empáfia, está sendo processado e julgado pela prática de crimes de grande magnitude, que envolvem não apenas ele, mas uma quadrilha que locupletou-se avidamente nos cofres públicos, levando a Nação à pobreza, ao desemprego e à desesperança.

Agora, a UFPB, povoada de fanáticos petistas, quer reverenciar esse bandido, em afronta a todos aqueles que lutaram por seu engrandecimento. É uma atitude desrespeitosa e insana, bem como um deboche em relação à sociedade e, particularmente, à Justiça!

Choro por ti, UFPB, como já chorei pelo CCJ, entregue à sanha petista e em profunda decadência ética e acadêmica. Choro por ti, Lynaldo Cavalcanti, e pela destruição de teu sonho. Choro, enfim, por todos aqueles que se dedicaram à causa de uma grande Universidade e que são, hoje, vítimas desse desrespeito”. 

Em Alagoas

Com a palavra, a Universidade Estadual de Alagoas, que no próximo dia 23 vai homenagear Lula com idêntica honraria.  A ideia de conceder o título de doutor honoris causa ao ex-presidente é do professor Jairo Campos, reitor da Uneal. 

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