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19 de Setembro de 2018

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Edição nº 933 / 2017

07/08/2017 - 20:18:39

Gabriel Mousinho

Gabriel Mousinho

Loteamento de cargos

O PMDB está se preparando com força para as eleições do próximo ano. E o governador Renan Filho e o senador Renan Calheiros não estão dando trégua aos adversários. A partir de agora é formar uma aliança política ampla, para que possa usufruir de espaços generosos no Guia Eleitoral.

Além de insistir no apoio do Partido dos Trabalhadores e do PDT, de Ronaldo Lessa, os Renans acabam de seduzir o presidente do PPS, Régis Cavalcante, com o cargo de secretário de Ciência e Tecnologia, atividade que pouco deve conhecer.

Mas o objetivo do governo estadual é de jogar pesado, mesmo sem ter ainda um adversário definido. Quer definir logo as regras do jogo e atrair apoios para não ter surpresas daqui pra frente.

Se por um lado o governador Renan Filho está correto em ampliar suas bases, por outro corre o risco de não ter a produtividade que espera em algumas secretarias de Estado, por falta absoluta de intimidade dos nomeados com os cargos exercidos por alguns políticos que foram jogados pra lá somente para engrossar o apoio eleitoral.

Vai ser preciso, através do chefe do Executivo estadual, se desdobrar para cobrar mais de alguns auxiliares que chegaram de paraquedas ao governo e que sabem ter dúvidas de um trabalho produtivo em benefício da coletividade alagoana.

O varejo, como está bem demonstrado, é a tônica a partir de agora do clã dos Renans em Alagoas.

Contrassenso do PPS

A aliança do PPS em Alagoas com o governo de Renan Filho trouxe um misto de surpresa e decepção, fugindo literalmente da posição assumida pelo presidente do partido, deputado Roberto Freire. Freire, para quem está esquecido, logo nas primeiras denúncias contra o presidente Michel Temer entregou o cargo de ministro da Cultura, sob a alegação de que o partido não poderia comungar e participar de um governo sob suspeição. Em Alagoas, o PPS, através do seu presidente Régis Cavalcante, fez exatamente o contrário.

Mais ação

Até agora muitas promessas para contornar a situação crítica de Maceió, praticamente destruída pelas chuvas. O presidente prometeu, ministros têm prometido, mas dinheiro que é bom, até agora nada. E olhe que o prefeito Rui Palmeira conta com uma bancada federal aliada, forte.

Dinheiro, já

Como todos os municípios vivem sacrificados e Maceió não é diferente, bem que o governo federal deveria dar uma atenção especial ao município. O presidente Temer esteve em Maceió, viu a situação desesperadora, prometeu recursos, mas parece que seus assessores esqueceram que Maceió existe no mapa.

Kátia é candidata

A ex-prefeita Kátia Born vê, com a saída futura de Rui Palmeira para uma nova candidatura majoritária, uma grande possibilidade de voltar a administrar o município de Maceió. “Não vejo ninguém aqui com mais competência do que eu para ser prefeita de Maceió”, disparou Kátia, que consolidou o PSB em Alagoas.

Fórmula do sucesso

Trabalhar com seriedade, honestidade e transparência. É por isso que em pouco tempo, um pouco mais de seis meses, o prefeito Eduardo Tavares colocou o município de Traipu nos eixos, do qual só se via falar nas páginas policiais. Tavares tem dado demonstração de como tratar a coisa pública e priorizar áreas carentes que sempre foram esquecidas pelas administrações anteriores. Bem que os outros prefeitos poderiam seguir o exemplo de Traipu.

Atuação de Lira

Sem ser muito chegado à mídia, o deputado Arthur Lira tem se revelado como um dos grandes parlamentares que trabalham muito por Alagoas. Arthur, que lidera a bancada do PP na Câmara dos Deputados, já foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e da Comissão de Orçamento, trazendo benefícios para o estado.

Nova denúncia

O senador Renan Calheiros sofreu nova denúncia, agora do doleiro Jorge Luz e do seu filho Bruno. Eles entregaram extratos de contas no exterior onde o senador, Jáder Barbalho e também o deputado Aníbal Gomes, poderiam ter sido beneficiados com 185 mil dólares de propina.

De fora

Ronaldo Lessa, Maurício Quintella e José Thomaz Nonô estão fora de disputar qualquer cargo majoritário no próximo ano, mesmo que haja especulações diárias sobre essa possibilidade. Lessa e Maurício vão para a reeleição e Nonô avalia se será candidato a deputado federal.

Sem volta

Mesmo que insistam em especulações, o senador Benedito de Lira é candidatíssimo à reeleição e trabalha dia e noite para isso. O exemplo é o time de liristas que estiveram presentes durante encontro com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, no auditório do Hotel Premier, na Pajuçara. Prefeitos e gestores insistiram em elogiar Biu e Arthur pelo que eles têm feito por Alagoas.

Esquentando

As eleições do próximo ano já estão no forno e a temperatura mostra como vai ser o embate político. Na semana passada o deputado JHC divulgou nas redes sociais que havia liberado recursos na ordem de 6 milhões de reais para o Hospital do Açúcar. Só que a emenda individual foi do deputado Arthur Lira, que saiu contra JHC com quatro pedras na mão. Lira chamou JHC de mentiroso e alertou a população para se inteirar sobre quem trabalha em Brasília e quem pega carona nas ações dos outros.

Dobradinha de JHC

Por falar em JHC, correm nos bastidores as informações de que ele estaria tentando convencer a ex-vereadora Heloísa Helena para fazer uma dobradinha política para 2018. Passaria, também, por uma candidatura do pai, João Caldas, ao Senado da República.

Nomeação

Pelas pesquisas que estão circulando por aí, parece que não precisa se realizar mais eleições majoritárias no próximo ano. Os números divulgados sempre apontam Renan Filho e Renan pai como já eleitos para o governo e para o Senado.

Trabalho técnico

O secretário de Saúde do Estado, Chistian Teixeira, surpreendeu aos presentes no encontro com o ministro Ricardo Barros, ao dizer que seu trabalho na instituição está longe de ser político. “Meu trabalho é técnico e não misturo uma coisa com a outra”, disse o secretário, que fez parte da mesa onde foram instalados os trabalhos. Ele aproveitou para parabenizar Arthur Lira, Benedito de Lira e Rui Palmeira pelos trabalhos realizados em prol de Maceió e do estado.

Jogo pesado

O ministro Ricardo Barros, da Saúde, orientou os gestores públicos durante reunião na semana passada, para que não vão na conversa de promotores de Justiça, taxando-os de palpiteiros. “Eles recomendam uma coisa, outra aos prefeitos, mas futuramente acionam a própria justiça para puni-los. O que tem de se cumprir”, disse Barros, “é ordem judicial. E pronto”.

Crise herdada

O prefeito Rogério Teófilo sabe bem o abacaxi que pegou ao assumir a Prefeitura de Arapiraca. Mergulhada em dívidas e crises por todo lado, Arapiraca aos poucos vai sendo colocada nos eixos, embora seja bastante difícil arrumar rápido a casa. 

Apoio fechado

O prefeito de Arapiraca também não faz segredo de que apoiará, no caso de uma candidatura ao governo, o prefeito Rui Palmeira, além do senador Benedito de Lira e deputado Arthur Lira.

Falta um empurrão

Pessoas ligadas ao deputado Ronaldo Lessa alertam que falta apenas uma conversa de pé de ouvido com o prefeito Rui Palmeira para que ele decida ficar com o grupo. Enquanto isso não acontece, o time de Renan força a barra.

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