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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 931 / 2017

26/07/2017 - 22:16:29

Sururu

Da Redação

Bandidos à solta

1 – Uma liminar da ministra do STJ, Laurita Vaz, está alimentando o sonho de muitos condenados de escaparem da prisão, mesmo já sentenciados em segunda instância.

2 - A ministra decidiu que só após o veredito unânime da Ccorte é que o condenado começa a cumprir pena.

3 - Em caso de um voto divergente, com resultado desfavorável de 2 a 1, a defesa pode apresentar embargos infringentes, o que levará à convocação de outros desembargadores para analisar a questão.

4 - É o princípio do embargo infringente em que um voto a favor do réu significa que existe uma dúvida razoável quanto à condenação e, por isso, o Direito admite o julgamento por um número maior de desembargadores.

Arnon de Mello vem aí

Mesmo ainda sem partidos definidos, Arnon de Mello Neto e Thereza Collor de Mello poderão participar das eleições de 2018 disputando vagas na Câmara Federal. O filho e a ex-cunhada do senador Fernando Collor estão sondando o terreno e ainda este ano deverão desembarcar em Alagoas para os primeiros contatos políticos e definição de candidaturas.

Thereza Collor                 no páreo

Thereza Collor já vem mantendo uma série de contatos pelo interior de Alagoas, mas ainda não confirmou, oficialmente, nem negou sua pretensão de disputar uma cadeira na Câmara Federal. Arnon de Mello Neto deve desembarcar em Maceió ainda este mês segundo informou a prima Ada Mello em conversa com o jornalista Wadson Regis.

Dupla da pesada

Se sua candidatura se confirmar, Thereza disputará um mandato eletivo pela primeira vez e na condição de herdeira política do pai João Lyra. Já o filho de Fernando Collor disputará o mandato de deputado federal pela segunda vez. A primeira foi no pleito de 2002 quando obteve mais de 51 mil votos, mas, sem coligação, acabou derrotado. 

Codevasf: 43 anos

Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) completa 43 anos às vésperas de encarar um novo desafio: a operação das obras do Projeto de Integração do São Francisco (Pisf), ação do governo federal que busca proporcionar segurança hídrica a 12 milhões de pessoas em 390 municípios de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, onde a estiagem é frequente.

Revolução                       do bambu

O bambu – de uma hora para outra – entrou no noticiário nacional sem pedir licença. Primeiro foi procurador-geral de encrenca, senhor Janot, que prometeu despachar flechas contra Temer enquanto houver bambu. Como se sabe, Rodrigo Janot cerrou fileira com a Rede Globo na campanha para derrubar o Governo Temer e a flecha de bambu foi a arma escolhida para a essa batalha.

Esta semana foi a vez de Alagoas entrar na pauta do bambu ao receber o empresário americano Mark Neeleman, interessado em investir 20 milhões de dólares para instalar aqui uma indústria de beneficiamento dessa planta. Neeleman quer usar o bambu como matéria prima na produção de tecidos e na construção civil.

Nativa na maioria dos continentes (menos na Europa), o bambu é uma das famílias das gramíneas e quem sabe pode tirar Alagoas do buraco cavado por outra gramínea conhecida pelo nome de cana-de-açúcar. Pelo menos já tem mercado garantido: fornecer madeira para o MPF de Janot fabricar flechas para derrubar presidentes da República.

Globo demite              jornalistas

O portal Gshow, braço do entretenimento da TV Globo na internet, demitiu 21 jornalistas. Foram dispensados 19 profissionais que trabalhavam no Rio de Janeiro e dois de São Paulo, incluindo pelo menos dois repórteres fotográficos e um profissional que atuava como designer.

Fim do ciclo            do açúcar

Uma queda acentuada nos preços do açúcar e do petróleo nos últimos seis meses está diminuindo as esperanças de recuperação financeira para o setor sucroalcooleiro nacional.

A combinação de preços fracos do açúcar e do etanol no Brasil entre 2010 e 2014 causou estragos no setor sucroalcooeiro, levando ao fechamento de dezenas de usinas e forçando muitas outras a buscar recuperação judicial, um processo que está em andamento.

Ao mesmo tempo, a atual queda nos preços do petróleo levou a Petrobras a reduzir os preços da gasolina repetidamente no mercado interno, fazendo com que usinas também reduzam os valores do etanol, uma vez que os dois competem na bomba pela preferência do consumidor.

A pressão de valores menores para açúcar e etanol pode acabar com a incipiente recuperação financeira de muitas usinas brasileiras iniciada durante o déficit global de açúcar entre 2015 e 2016. Ela também pode desacelerar as negociações entre usineiros e potenciais investidores e levar a mais fechamentos de empresas endividadas no setor sucroalcooleiro.

Em Alagoas a situação é mais grave ainda com várias usinas já fechadas e outras quebradas ou em busca de recuperação judicial. Das 27 unidades industriais só 15 devem operar na próxima safra. Sem falar na falência da maioria dos fornecedores de cana, boa parte deles vivendo na penúria extrema. Já os usineiros, nem tanto... 

Lula inocente

Quem passou no calçadão do Centro de Maceió na manhã da quinta-feira, 20, se deparou com sindicalistas e simpatizantes do PT que saíram em defesa do ex-presidente Lula e pelo fora Temer. Além da pouca movimentação, o que mais chamou a atenção foi a palavra de ordem de cada companheiro que discursava. Todos diziam que “Lula é inocente”. As pessoas riam e seguiam seu trajeto debaixo de uma chuva fina e no frio inesperado de Maceió. 

Olho d´Água

O ex-prefeito de Olho d’Água do Casado, José Gualberto Pereira, encaminhou à redação do EXTRA esclarecimentos sobre o pedido de condenação  pelo Ministério Publico Federal em Alagoas (MPF-AL) que o acusa de Improbidade Administrativa. Conforme ele, o processo não foi por  desvio de verbas e, sim, pela não prestação de contas.  Gualberto afirmou  que aconteceu  um erro nas prestações de contas entre um convênio firmado entre a Codevasf e a Prefeitura. Ainda segundo o ex-gestor, as prestações de contas  foram feitas dentro da lei.

Nota 10 e 0

Nota 10 para a Polícia Federal pela operação que levantou provas sobre a quadrilha encabeçada por Cristiano Matheus em Marechal Deodoro. E nota 0 à Justiça que não fez questão de colocar o ex-prefeito atrás das grades.

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