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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 929 / 2017

10/07/2017 - 17:31:40

Meio Ambiente

Sofia Sepreny da Costa

Filhote de jacaré                        perto do aeroporto

A equipe do Grupamento Aéreo da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL) capturou um filhote de jacaré na tarde do último domingo (2), no bairro da Forene, em Rio Largo. A ocorrência foi próximo ao Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. Segundo o coronel André, comandante do grupamento, eles encontraram o animal por acaso. O animal foi encaminhado para a equipe do BPA, que o levou para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). É o segundo jacaré capturado em área urbana em menos de uma semana. Na quinta-feira da semana passada (29), militares do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) já tinham recolhido um animal adulto no Distrito Industrial, a uma distância de cerca de 8 km de onde o outro foi capturado.

Apreensão de aves silvestres

Dezenove pássaros silvestres da espécie papa-capim foram apreendidos no município de Penedo, região do Baixo São Francisco de Alagoas, no domingo (2). Em um ginásio de esportes no povoado Cacimbinhas, havia pássaros em cativeiro para disputa de campeonato clandestino de cantoria dos papa-capins. Segundo o Batalhão de Polícia Ambiental, responsável pelas apreensões, os 19 papa-capins capturados estavam em cativeiro e não eram registrados junto ao Instituto do Meio Ambiente (IMA) ou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O organizador do evento, que não teve o nome divulgado, foi levado para a delegacia por guardar animal silvestre sem autorização ou permissão. 

Botos ameaçados       na Amazônia 

Encalhes em redes e ataques de pescadores na área de pesca são ameaças graves aos botos da Amazônia que recebem pouca atenção ou ações de proteção. O boto-vermelho é a principal vítima dos pescadores, devido à fama que tem de roubar peixes das redes e até mesmo virar canoas, embora não exista comprovação de que botos sejam capazes de jogar os pescadores na água. “Há uma sobreposição de locais produtivos para a pesca e habitats críticos para o boto”, afirma a oceanógrafa Miriam Marmontel, pesquisadora do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá. “São águas mansas, com pouca movimentação de barcos e maior concentração de peixes. São áreas de aprendizagem para o filhote”, completa.

Convenção sobre Mercúrio

O Plenário do Senado aprovou na última terça-feira (4), o texto da Convenção de Minamata sobre Mercúrio (PSD 114/2017), que estabelece critérios rigorosos para eliminação do uso do mercúrio. O acordo internacional foi firmado por 128 países, inclusive o Brasil, na cidade de Kumamoto, Japão, em outubro de 2013, e desde então aguardava ratificação por parte do legislativo brasileiro.  Atualmente 69 países já depositaram seus instrumentos de ratificação junto à ONU. Apesar da adoção de medidas antecipatórias com relação ao banimento do mercúrio desde a Convenção de Minamata, o Brasil é considerado um emissor global relevante na América Latina e Caribe. O garimpo ilegal, a produção de cimento, o uso da substância nos tratamentos de saúde bucal e nos medidores de pressão arterial são exemplos que atingem a população. 

Mar de Maceió fica escuro 

Um início de semana de chuvas e ventos fortes no litoral de Alagoas deixou o mar de Maceió sujo e com a cor marrom. Até a espuma ficou diferente, com aparência mais espessa, provocando estranheza em quem passria pelas praias da capital. O Instituto de Meio Ambiente informou que a coloração marrom se deve aos fortes ventos registrados esta semana, à ressaca do mar e ao transbordo de rios de regiões próximas, que fazem com que a cor da água doce, de densidade mais leve, predomine sobre a da água salgada

Cadastro de terras 

Criado há cinco anos, o CAR é um registro público eletrônico, inspirado no sistema da Receita Federal, em que os donos de terra precisam declarar a propriedade e ceder as informações ambientais sobre ela. Isso gera uma base de controle, que pretende ajudar, entre outras metas, no controle ao desmatamento. Um estudo comparou o nível de preservação de mais de 20 mil áreas antes e depois do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em Mato Grosso e no Pará. Publicado na última segunda-feira (3), o estudo informa que o mecanismo implantado pelo governo não é suficiente para barrar o desmatamento e que ainda precisa ser feito mais.

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