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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 929 / 2017

10/07/2017 - 17:31:00

Sururu

Da Redação

O massacre da Globo

1 - A Rede Globo trabalha 24 horas por dia na luta sem trégua para derrubar o Governo Temer e seus aliados, ao tempo em que fatura milhões da JBS, a mina dos irmãos Metralhas.

2 - Desde que Joesley Batista armou uma arapuca para pegar Michel Temer, a JBS mais que triplicou os anúncios de seus produtos e serviços em horários nobres da TV Globo.

3-  Além da carne Friboi, até então carro-chefe da propaganda da JBS, popularizada por Tony Ramos, outros produtos como Seara, Sadia, Vigor e até um desconhecido banco (Original) se alternam na divulgação diária da marca pela TV dos irmãos Marinho.

4-  A Globo News segue no mesmo diapasão e a pancadaria também não dá trégua ao governo. Toda a equipe de jornalismo se ocupa em tempo integral na tarefa de desacreditar o presidente e seus aliados.

5-  Na falta de fatos novos, a Globo, diariamente, requenta informações baseadas na delação dos irmãos Metralhas. Como reforço, dá plantão na Câmara, no Senado e nas cortes de Justiça em busca de vozes que avalizem a campanha global.

6 - Até agora a Rede Globo sequer questionou a legalidade da armação montada pelos irmãos Metralhas, com aval da PF e do MPF. Também não deu uma linha sobre a origem do dinheiro que transformou um açougue de Goiás num consolo empresarial jamais visto ao redor do mundo.

7 - Como já alertou o jornalista Sebastião Nery, “não se pode aceitar como delator criminoso confesso que obtém a permissão de autoridades para esmiuçar a vida alheia e ‘fabricar’ provas com gravações e outras artimanhas com o objetivo exclusivo de livrar-se de processos e da cadeia”.

Mais um na cadeia

O ex-prefeito de Rio Largo, Toninho Lins, é o próximo político alagoano a ir para a cadeia por crime de corrupção. Condenado a 13 anos de reclusão em regime fechado pelo Tribunal de Justiça de Alagoas, sua prisão só depende agora da assinatura do desembargador Otávio Praxedes, presidente do TJ.

200 anos de atraso

Alagoas completa este mês dois séculos de independência sem muito que comemorar. Com um terço de seus 3 milhões de habitantes vivendo entre a pobreza e a miséria, o estado pouco avançou na geração de riqueza e inclusão social, e 200 anos depois, tem uma das maiores concentrações de renda do país.

Herança colonial

Para o historiador Douglas Apratto, Alagoas acompanhou as mudanças ocorridas nas últimas décadas do Brasil Imperial mas sem resolver os graves problemas herdados do Brasil Colônia, mantendo os mesmos indicadores sociais escravagistas e excludentes da era colonial.

Baixa renda

Os últimos números oficiais do IBGE atestam essa realidade ao revelar que o salário médio mensal pago ao trabalhador alagoano é um dos mais baixos do país: R$ 1.796,51, o equivalente a 2,3 salários mínimos. Só ganhamos da Paraíba, que tem a menor média do país, de 2,2 salários mínimos. 

Renan no Radar

Está explicada a convicção de Renan Calheiros contra o governo. A cada trimestre, o PMDB alagoano encomenda uma longa pesquisa para sentir a temperatura do estado.

Entre números da corrida para o governo de Alagoas e o Senado, um dado que fortalece a posição do senador: sete em cada dez entrevistados (72%) acham que Renan deve mesmo fazer oposição a Michel Temer. Apenas 8% acham que o senador deve apoiar o governo.

Na última semana, Renan entregou a liderança do PMDB no Senado. Há quem aposte que ele irá de vez para a oposição. (Radar OnLine)

Pesquisas duvidosas

A chamada Grande Imprensa tem divulgado que Renan Calheiros não teria chances de renovar seu mandato de senador na próxima eleição. Cita como argumento o resultado de pesquisas que ninguém sabe quem as fez nem onde foram realizadas.

Não é o que diz uma consulta aos eleitores feita recentemente em todo o estado e registrada na Justiça Eleitoral por uma empresa baiana.

Pela consulta, Renan lidera com 27% das intenções de voto, seguido de Téo Vilela, com 26%, Marx Beltrão com 25% e Biu de Lira com 20%. Um detalhe importante: 32% dos entrevistados não votam em nenhum deles.

 “Agora acabou”

O apoio a Michel Temer no Congresso Nacional está diminuindo rapidamente.

A perspectiva de que Rodrigo Maia assuma o poder a partir de agosto se torna cada vez mais concreta. É o que diz a Folha de S. Paulo:

“A escolha de Sérgio Zveiter como relator do pedido de denúncia de Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça é um aceno para o grupo que pode se beneficiar com a queda do peemedebista. Zveiter é aliado de Rodrigo Maia (...).

Após a formalização da escolha de Zveiter, fatia importante da base aliada na Câmara Federal aparentou abatimento. Deputados próximos a  Michel Temer que, até então, mostravam otimismo, disseram, em tom fúnebre, que “agora acabou”. (O Antagonista)

Viva Ródio

O jornalista Ródio Nogueira foi homenageado in memoriam com prêmio Honorário de Comunicação e Justiça durante o XIII Conbrascom, em Maceió. O encontro reúne profissionais de instituições que compõem o sistema de Justiça de todo o País. Ao receber a estatueta, Adelaide Nogueira, que também é jornalista, lembrou do ensinamento do pai que dizia “seja jornalista na essência, sem maquiagem e vaidades desnecessárias”. Justo reconhecimento! 

Abuso

Claro que as redes sociais, bem como a tecnologia, podem ser utilizadas pelos políticos como ferramenta de informação sobre seus trabalhos. Mas tudo tem um limite. Um exemplo é a equipe ou o próprio deputado federal Givaldo Carimbão, que manda vídeos e mensagens pelo WhatsApp para seus seguidores no final da noite ou de madrugada. É preciso bom senso!

Padre Henrique

O padre Manoel Henrique, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro do Clima Bom, em Maceió, encontra-se hospitalizado em um hospital particular de Maceió. Ele sofreu um AVC e até o fechamento desta edição não havia informações mais detalhadas sobre seu estado de saúde. Manoel Henrique foi pároco por 17 anos da Igreja de Sao Pedro, na Ponta Verde. 

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