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18 de Setembro de 2018

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Edição nº 927 / 2017

26/06/2017 - 17:54:44

Economia em Pauta

Bruno Fernandes

E-Sedex 

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) encerrou na segunda-feira, 19, o serviço de E-Sedex. O motivo, segundo a empresa, é a aprovação de sua nova política comercial. O E-Sedex era o serviço de encomenda expressa dos Correios para produtos adquiridos pela internet com até 15 quilos e com preços diferenciados para as lojas online que contratassem este serviço. Com isso, é bem provável que os 30% descontados sejam revertidos em aumento no valor dos fretes ofertados em lojas online, prejudicando o consumidor final. Isso acontecerá caso os empreendedores não consigam encontrar um serviço de similar logística e preço. 

Pior maio 

A arrecadação federal totalizou R$ 97,6 bilhões, entre impostos, contribuições federais e outras receitas como royalties pagos ao governo por empresas que exploram petróleo no país. O resultado representa uma queda real de 0,96% em comparação ao registrado em maio de 2016.

Pró-cotista FGTS 

A Caixa Econômica Federal suspendeu novamente os financiamentos imobiliários da linha pró-cotista FGTS. A linha utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento da casa própria e cobra juros mais baixos de trabalhadores com carteira assinada. O serviço de crédito já havido sido suspenso em maio por falta de recursos. Os empréstimos, no entanto, foram retomados dias depois, quando o Ministério das Cidades remanejou R$ 2,54 bilhões para a linha. Esses recursos já foram contratados e, por isso, a linha foi novamente suspensa, de acordo com a Caixa Econômica.

Adeus Brasil 

A busca por uma oportunidade de vida melhor fora do Brasil se intensificou nos últimos anos, em grande parte por causa da crise econômica. De acordo com dados da Receita Federal divulgados na segunda-feira, 19, entre 2014 e 2016 foram entregues 55.402 Declarações de Saída Definitiva do País, um aumento de 81,61% na comparação com os três anos anteriores. De 2011 a 2013, período que antecede a crise econômica, 30.506 pessoas entregaram o mesmo documento. O número, no entanto, pode ser ainda maior, já que nem todos os brasileiros prestam essa informação quando vão embora.

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