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22 de Novembro de 2018

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Edição nº 926 / 2017

18/06/2017 - 17:29:23

Sururu

Estado empobrecido

Da Redação

1 - A decisão do STJ de mandar Antônio Marcos Rios dos Santos para a prisão deixou vários políticos alagoanos com as barbas de molho.  Ex-vereador de Barra de Santo Antônio, Marcos Rios foi condenado a 20 anos de cadeia por homicídio e aguardava em liberdade o recurso ao STJ.

2 - Assim como Marcos Rios, outros alagoanos já condenados em segunda instância apostam suas fichas e influência política na lentidão da Justiça. Pretendem recorrer a todas as instâncias de julgamento com ações protelatórias que têm garantido a impunidade de muitos criminosos.

3 - Nessa condição estão o ex-deputado Luiz Pedro, condenado a 26 anos e 5 meses em regime fechado, o fazendeiro José Nilton Cardoso Ferro, dois filhos e um sobrinho condenados a mais de 50 anos, além do ex-prefeito Toninho Lins, condenado a 14 anos de prisão por improbidade administrativa.

4- Além desses, vários deputados – estaduais e federais – estão pendurados em recursos protelatórios para retardar a confirmação de suas condenações pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. Todos condenados por corrupção na Operação Taturana.

5- A certeza da impunidade acabou depois que o STF decidiu que réus condenados em segunda instância podem ser presos mesmo que ainda tenham recursos pendentes.

6 - Com o fim das infinitas possibilidades de recurso até o chamado “transito em julgado”, diversos políticos e gestores corruptos acabaram na cadeia.

Ninguém foi pra rua

A decisão do TSE que levou os brasileiros a ficarem horas em frente à TV não motivou ninguém a ir pra rua. Uma semana depois, não se ouve falar em CUT, MST, MBL e outros movimentos sociais. 

Fogo baixo

A operação desencadeada pelo Ministério Público para combater o contrabando de cigarros em Alagoas está de fogo baixo, quase apagando. Tem fumante compulsivo no Parlamento.

Funaro vai se vingar da JBS

O Antagonista apurou que Lúcio Funaro vai entregar em seu acordo de colaboração premiada crimes que teriam sido omitidos pela JBS em seu acordo com a PGR.

Foi a delação da JBS que levou à prisão da irmã de Funaro, Roberta.

Caminho da lei

O país passa por um dos momentos mais delicados de sua história. Há saída? Há, sim! O cumprimento das leis. Na democracia, é o único caminho aceitável (Reinaldo Azevedo).

A emenda                         e o soneto

A decisão do TSE de manter Temer no poder dividiu a opinião pública nas redes sociais e em setores da chamada grande imprensa, mas também uniu o país em torno da estabilidade política, tão cara à nação. Nenhum cidadão, minimamente informado, defenderia a permanência desse governo não fosse uma dúvida atroz: Quem botar em seu lugar.

Diante das incertezas, optou-se por não embarcar no voo cego de uma emenda que poderia sair pior que o soneto. Solução apoiada inclusive por esquerdistas responsáveis, que não querem ver o Brasil em chamas.

E quem melhor captou esse dilema foi o escritor e empresário Percival Puggina, que resumiu a questão a duas perguntas cruciais:

1 - A chapa deveria ter sido cassada? 2 - Convinha ao momento político e econômico brasileiro a cassação da chapa?

Ele próprio dá a senha: Eu responderia à primeira pergunta, com a imensa maioria do povo brasileiro, de modo afirmativo. O assalto aos cofres públicos promovido pelo PT e pelo PMDB contaminou a dupla presidencial e, de cambulhada, os mandatos de parcela expressiva do Congresso Nacional.

“Já à segunda pergunta eu daria resposta negativa. Estabilidade política é condição indispensável ao desenvolvimento das atividades econômicas, à míngua das quais entra-se em ‘depressão’ social, com queda do nível de emprego e precarização das condições de vida. A cassação da chapa e o afastamento do presidente criariam um novo sobressalto institucional”.

O novo poste petista

A Folha de S. Paulo informa que Gilberto Carvalho vai assumir a chefia de gabinete de Gleisi Hoffmann, presidente do PT. Lula repete o esquema usado com Dilma Rousseff. Sempre que elege um poste, ele o coloca sob a tutela do Seminarista. (O Antagonista). 

E a Globo perdeu a guerra

Imperdível o artigo do jornalista Sebastião Nery na coluna desta semana no jornal Gazeta de Alagoas intitulado “A Globo perdeu a guerra”, sobre a campanha global para derrubar o Governo Temer.

Desespero

“De repente, não mais do que de repente, como diria o poeta, a Globo começou uma guerra de manhã e de noite já tinha perdido. A Bolsa disparou, o dólar apavorou, o mercado faturou, mas nada mais aconteceu. O presidente não caiu e a Globo assustava a Nação com manchetes alarmantes o dia inteiro”, escreveu Nery, em sua crítica. 

Batalhas perdidas

A poderosa Rede Globo jogou todas as suas fichas na delação dos Irmãos Metralhas, apostando na renúncia de Temer, que não renunciou. Ato seguinte partiu para a batalha da cassação do presidente pelo TSE, que também furou. Ainda assim, não se deu por vencida e agora parte para a batalha final em aliança com Janot para destituir Temer via STF.

Cartada final

O governo ainda não se refez das refregas globais em campo aberto, mas já articula seus aliados na Câmara para barrar a denúncia de Janot contra o presidente. Não será a batalha mais fácil, mas certamente a mais previsível das vitórias. Afinal, os deputados cuidarão não apenas de manter Temer no poder, mas de salvar o próprio pescoço. E a Globo vai perder a guerra.

Lixão de Teôtonio

Enquanto a Justiça Federal busca encerrar definitivamente os lixões das cidades, uma liminar concedida pelo juiz Luciano Galvão, de Teotônio Vilela, determinou que o lixão da cidade fosse reaberto, alegando que não se tem onde colocar. O magistrado simplesmente não observou que existe um decreto federal 13.205/10, que determina desde agosto de 2014 o encerramento dos lixões.

Gilmar

Se há um ministro enrolado, é este; ou não?

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