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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 923 / 2017

29/05/2017 - 09:46:20

Sururu

Quem pagou a baderna

Da Redação

Os manifestantes que incendiaram Brasília e depredaram o patrimônio público foram patrocinados pelas centrais sindicais. A baderna foi custeada com dinheiro do imposto sindical, subtraído de todos nós trabalhadores, e do dinheiro fácil do frouxo poder público. 

Seus líderes são conhecidos pelegos sindicais que não vivem sem a mamata dos impostos pagos pelo contribuinte nem os privilégios do setor público. Querem derrubar o presidente para impedir as reformas trabalhista e da Previdência e manter seus privilégios.

 Irmãos Metralhas

Se cometidos em solo americano, os crimes de pagamento de propina a políticos e tentativas de obstrução de Justiça poderiam render aos donos da JBS até 20 anos de prisão nos EUA.

 “Mas, como os crimes ocorreram no Brasil, os irmãos gozam de relativa proteção em território americano”, dizem os especialistas em crimes do colarinho branco.

Um golpe de mestre

“Esses caipiras deram um banho em Marcelo Odebrecht”, disse um auditor do TCU à repórter da Piauí Consuelo Dieguez. Na reportagem Um golpe de mestre, a jornalista conta como os donos da JBS prepararam uma delação que os deixou de mãos livres e bolsos cheios.

J&F: R$ 45 bi dos cofres públicos

A resistência do MPF em fechar com a JBS uma cifra inferior aos 11 bilhões de reais, no acordo de leniência, se justifica com um cálculo dos procuradores.

O Antagonista apurou que o grupo de Joesley e Wesley Batista, segundo o MPF, obteve um total de 45 bilhões de reais  em recursos públicos, o que inclui aportes do BNDES e dos fundos de pensão, além de linhas de crédito da Caixa, do BB e outros bancos. Esses valores ajudaram a transformar a J&F no maior grupo privado do país. A empresa, porém, alega que o cálculo dos procuradores está errado (O Antagonista)

Que país é este?

Os jornalistas Ricardo Noblat e Diogo Mainard, colunistas políticos com maior número de seguidores na internet, estão empatados com 1 milhão de leitores. 

Enquanto isso, a cantora Anita está comemorando 21 milhões de seguidores nas redes sociais. E o que dizer do jogador Neymar, com 100 milhões?

É o Brasil da nova geração. Fazer o quê. 

Senhor juiz

“O juiz é um espelho social. Quando ele chega a uma comarca, as pessoas procuram se espelhar em seu comportamento”.

Frase de Nancy Andrighi, ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

Hoje, nem tanto, ministra. 

Acredite se quiser

O deputado Carimbão disse ao jornal Tribuna que o presidente Temer tentou lhe comprar para votar na reforma trabalhista. Não revelou o valor da propina oferecida, mas certamente foi aquém de sua expectativa. 

Quem conhece o deputado sabe que ele nunca foi de jogar dinheiro fora. Afinal, o ditado mais adaptável aos políticos reza que “onde o dinheiro não resolver, é porque foi pouco”.

Profecia de Sarney

Quando Aécio governava Minas Gerais pela segunda vez, um amigo do ex-presidente José Sarney quis saber o que ele achava do neto de Tancredo Neves. Depois de elogiar Aécio que, segundo ele, herdara muitas das qualidades do avô, Sarney disse: “Só tem um problema. O mal de Aécio é que ele prorrogou muito a sua juventude”. (Ricardo Noblat)

Correção

A coluna informou que a Cooperativa dos Usineiros de Alagoas fará empréstimo externo de U$ 500 milhões, para quitar dívidas com fornecedores. Na verdade, são U$ 300 milhões, mas o temor é que essa dinheirama seja desviada para outros fins. 

Grupo João Lyra

Já se passaram 4 anos e até agora os 12 mil trabalhadores demitidos não receberam um centavo de indenização. E não há esperança de que algum dia venham ser indenizados. 

Efeito colateral

O PT festejou a delação de Joesley Batista sobre Michel Temer e Aécio Neves.

Mas houve um efeito colateral: Antonio Palocci está correndo para tentar fechar o quanto antes seu acordo com a Lava Jato.

Ele sabe que a possibilidade de acrescentar fatos novos está se esgotando rapidamente.

E está quase pronto para apresentar os primeiros anexos. (O Antagonista) 

Cartórios    

Para alguns empresários do setor da construção civil, a máfia dos cartórios em Alagoas só acabará quando o caso for denunciado junto ao Conselho Nacional deJustiça (CNJ).

Até lá – dizem - essas capitanias hereditárias e seus donatários continuarão deitando e rolando, inclusive patrocinando piruetas jurídicas para escapar da Justiça.  

É, pode ser. 

Golpe do CNJ? 

O CNJ pode dar um golpe na Lava Jato?

A Folha de S. Paulo diz que “o Conselho Nacional de Justiça colocou na pauta da sessão de terça-feira (30) dois procedimentos contra o juiz Sérgio Moro. Um deles questiona a divulgação de conversas de Lula e seus familiares”. (Diogo Mainard)

Preconceito

Mais uma vez os nordestinos são alvo de preconceito. Nesta semana, a vereadora Eleonora Broilo (PMDB), da cidade de Farroupilha (RS), disse em plenário que nordestinos “sabem se unir para roubar”. Esqueceu que alguns políticos do Rio Grande do Sul não são exemplos de honestidade. Basta dar uma olhada nos cofres públicos do estado gaúcho, que foi saqueado e quebrado por seus governantes.  

Inundada

Uma propaganda da Prefeitura de Maceió foi parodiada por internautes. Circulou nas redes sociais um vídeo mostrando a situação da capital alagoana devido às chuvas. Não faltaram imagens de ruas debaixo d’água. E como fundo musical, um jingle dizendo que “Maceió está cada vez melhor”.

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