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21 de Novembro de 2018

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Edição nº 922 / 2017

22/05/2017 - 16:41:17

Meio Ambiente

Bruno Fernandes

Mudas 

Cerca de 200 alunos da Escola Agrícola São Francisco, no município de Junqueiro, participaram, na quarta, 17, de uma gincana onde realizaram o plantio de 300 mudas de árvores de espécies nativas na Lagoa do Retiro. A ação faz parte do projeto Alagoas Mais Verde do Instituto do Meio Ambiente (IMA). Na terça-feira,16, a caravana ambiental foi realizada no município de Limoeiro de Anadia e contou com a participação de 300 alunos da Escola Municipal Nossa Senhora da Conceição. Além disso, os estudantes, junto com a equipe do IMA, professores e coordenadores, plantaram 350 mudas na área da nascente que verte a água que abastece quase todo o município. As ações da equipe de Educação Ambiental continuam nos próximos dias.

Rio São Francisco 

O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou redução da vazão do Rio São Francisco de 700 m³s para 600 m³s. Desde a última quinta, 18, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) já estava autorizada a iniciar os testes para diminuir a vazão das águas do rio. A previsão inicial é de que a descarga mínima prossiga até o dia 30 de novembro deste ano.

Proteção constitucional 

O Congresso Nacional sediará, nos dias 22 e 23 de maio, um seminário internacional para debater a proteção constitucional do meio ambiente sob uma perspectiva mundial. O evento será feito em conjunto com a Comissão de Meio Ambiente (CMA). Os debates darão ênfase ao chamado Estado de Direito Ambiental, uma concepção adotada recentemente pela Organização das Nações Unidas (ONU). O evento será organizado pelo Senado Federal em parceria com várias instituições nacionais e estrangeiras, entre elas o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Conaveg 

Começaram na segunda-feira, 15, as inscrições de candidaturas de representantes da sociedade civil organizada para integrar a Comissão Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (Conaveg). Serão eleitas quatro organizações, representando as regiões da Amazônia, Mata Atlântica e Pampa, Caatinga e Cerrado e Pantanal. Estão aptas a encaminhar candidaturas para integrar a comissão somente Organizações da Sociedade Civil (OSC) brasileiras, que tenham finalidade ou objetivos relacionados ao menos a uma das diretrizes da Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Proveg) ou do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg). As inscrições podem ser realizadas até 30 de maio, apenas por meio eletrônico.

Intercâmbio  

Com o objetivo de levar arquitetos e engenheiros para conhecer técnicas de alta tecnologia de construção em madeira, o WWF-Brasil promove, de 3 a 9 de setembro de 2017, um intercâmbio para Santiago, no Chile que tem por objetivo ajudar a entender a gestão e conservação das florestas brasileiras, auxiliar na manutenção da biodiversidade e aprimorar as ferramentas de combate aos prejuízos causados pelas mudanças climáticas O intercâmbio é aberto a qualquer profissional interessado, que deve efetuar sua inscrição junto a um dos seguintes e-mails: [email protected], [email protected] ou [email protected] 

Áreas de preservação

A Câmara dos Deputados aprovou na última terça-feira, 16, a Medida Provisória 756, que altera limites de áreas de preservação ambiental da Floresta Amazônica. Os deputados também aprovaram outra MP que diminuiu os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a passagem da estrada de ferro EF-170, a “Ferrogrão”, paralela à BR-163, ligando o Centro-Oeste ao norte do Pará. Ainda durante tramitação da MP no Congresso, a comissão mista que analisou a proposta, formada por deputados e senadores, fez alterações que geraram críticas. O Ministério do Meio Ambiente, por exemplo, chegou a emitir uma nota, em abril, na qual apresentou posição contrária à aprovação do projeto da forma como foi construído pelos parlamentares.

Retrocesso 

O maior programa de áreas protegidas do mundo está em risco, alerta o World Wide Fund for Nature (WWF Brasil). Um território de 80 mil km2 – quase o tamanho da Áustria – pode sumir do mapa de unidades de conservação a qualquer momento, segundo um relatório publicado pela organização na quarta-feira, 17. As medidas partem de setores do governo e do Congresso Nacional. Um dos projetos em tramitação do Congresso invalida unidades de conservação criadas onde havia proprietários privados e que não receberam a indenização no período de cinco anos. A aprovação da proposta pode levar ao desaparecimento de 56 mil km2 de reservas, segundo estimativas do Instituto Chico Mendes

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