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16 de Novembro de 2018

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Edição nº 922 / 2017

22/05/2017 - 16:40:17

Sururu

A guerra do trânsito

Da Redação

1 - Saíram os números da matança no trânsito relativos a 2016 no País. Nessa guerra insana morreram 33,5 mil brasileiros e 28 mil ficaram inválidos.

2 - Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que 3 mil vidas são perdidas por dia nas estradas e ruas em todo o mundo.

3 - O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito.

4 – Alagoas tentou reduzir esses índices com a implantação de simuladores nas autoescolas do estado, mas essa obrigatoriedade foi impedida pela Justiça.

5 – Ao questionar a exigência dos simuladores nos exames da Carteira Nacional de Habilitação, as autoescolas alegaram que o equipamento aumentaria os custos do treinamento e o preço final da CNH.

6 – Considerando que o trânsito matou, no ano passado, 688 pessoas em Alagoas e deixou centenas de feridos e mutilados, o argumento das autoescolas é, no mínimo, um desprezo por tantas vidas perdidas.

O mar e o rochedo

 No processo em que o CNJ investigou denúncias sobre venda de sentença no Tribunal de Justiça de Alagoas, só um servidor do TJ pagou o pato. Como era de se esperar, no embate entre os poderosos, as primeiras vítimas serão sempre os mais fracos. Afinal, na briga entre o mar e o rochedo, é o marisco que apanha.

Queda e coice

Após ser demitido pelo CNJ - por crime de exploração de prestígio - o servidor do TJ Flávio José Baltar Maia espera agora o julgamento da apelação criminal, que tramita no Tribunal de Justiça.

Apelação

Já condenado em 1ª instância pela 4ª Vara Criminal da Capital, Flávio Maia apelou ao TJ, e em julho de 2016 o Ministério Público avalizou a sentença, mas até agora a Câmara Criminal não julgou a apelação.

Tribunal suspeito

Esse processo foi parar no CNJ depois que 12 dos 15 desembargadores que julgariam o caso se declararam suspeitos para participar do julgamento. Com todo mundo sob suspeição, o processo foi avocado e o CNJ passou a investigar o caso. Não seja surpresa se a Câmara Criminal tomar decisão idêntica.  

O dilema              do Ciço

Reprovado nas urnas em 2016, e sem ter o que fazer na Câmara, o deputado Cícero Almeida só espera o sinal verde do governador Renan Filho para trocar o mandato federal por uma boquinha no Estado.

Comandar uma secretaria de Estado - mesmo sem recursos - é sua única esperança de melhorar o ibope junto aos eleitores, e tentar uma vaga na Assembleia Legislativa, em 2018, para adiar o fim de sua atribulada carreira política.

Mas antes precisa remover pedras no caminho: Almeida responde a um processo no TSE, por infidelidade partidária, e outro no STF, por corrupção passiva.

Vencidos estes obstáculos, ele ainda precisa combinar com os eleitores alagoanos já ressabiados com tantos políticos carreiristas envolvidos em corrupção e outras falcatruas.

Deu no                  Ancelmo Gois

Quando for escrito um livro sobre imigração nordestina para o Rio de Janeiro, cabe destacar o alagoano, de Penedo, Henrique Francisco Bezerra. Ele foi ao Rio lutar contra os paulistas na Revo-lução Constitucionalista de 1932 e não voltou mais.

Henrique Francisco Bezerra vem a ser pai de Edir Macedo, que fundou uma das maiores igrejas evangélicas do mundo, a Universal do Reino de Deus.

Façam as apostas

Quem conhece o processo que envolve Washington Luiz no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aposta que o desembargador será absolvido por absoluta falta de provas.

Argumentam que as acusações contra o magistrado não têm qualquer credibilidade: as denúncias foram feitas na base do “ouvi dizer”, sem indício de provas.

Lembram ainda que se houvesse algum crime, ainda assim a competência de julgamento seria do STJ, como manda a Constituição, e não do CNJ.  

Para seus defensores, o desembargador Washington Luiz é vítima de intrigas internas que se somaram a inimigos externos para prejudicá-lo.

 É do além?

Culpar quem já morreu agora é rotina nos tribunais e pode até virar jurisprudência no País. Como os mortos não podem se defender, talvez seja o caso de se recorrer a sessões de mediunidade.

Culpa da Marisa

A moda foi lançada por Lula no depoimento ao juiz Sérgio Moro e copiada por Ângela Garrote em Alagoas, que culpou um defunto para escapar de condenação por assassinato.  

Quebradeira

A crise que afeta o setor de combustíveis em Alagoas é atribuída a dois fatores: alta tributação, com o ICMS mais alto do Nordeste, e excesso de postos, que está provocando uma concorrência desleal e predatória. 

Preocupados com a situação, os empresários do setor argumentam que o governo precisa rever a questão tributária e reduzir o licenciamento de novos postos, sob pena de ocorrer uma quebradeira geral. 

“Do jeito que a coisa vai, logo teremos mais postos de combustíveis em Alagoas do que veículos para abastecer”, disse um dos empresários.  

Em Quebrangulo

Neste sábado, 20, acontece o Arraiá das Estrelas, em Quebrangulo (AL). O evento acontece às 22h na casa de show Brilho da Cidade e a animação ficará por conta da  banda Conde do Forró, do cantor Maciel Valente e  do DJ Marcelo. A organização promete que vai ser pressão. Informações: (82) 99910-7770.

Tiro de  misericórdia 

A Cooperativa dos Usineiros luta para viabilizar um empréstimo externo de 500 milhões de dólares. Diz que usará esse dinheiro para pagar fornecedores de cana e demais credores, mas pode dar um calote geral e pedir concordata. 

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