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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 921 / 2017

16/05/2017 - 07:04:16

Economia em Pauta

Sofia Sepreny da Costa

Inflação cai mas não afeta consumidor

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta semana que a inflação de abril fechou com variação de 0,14%, resultado 0,11 ponto percentual inferior ao de março (0,25%). Com o resultado de abril, a inflação dos últimos doze meses é de 4,08%, a menor taxa em doze meses desde os 3,74% de julho de 2007 e 0,83 ponto percentual inferior aos 4,57% acumulados nos doze meses encerrados em março. Em alimentação e bebidas, a variação de 0,58% refletiu aumento nos preços de vários produtos, como tomate (29,02%) e batata-inglesa (20,81%). Porém alguns produtos, como óleo de soja (-4,17%) e arroz (-1,69%) ficaram mais baratos.

Energia e combustíveis em queda

 Segundo o IBGE, no caso da energia elétrica os preços caíram 6,39%, enquanto os preços dos combustíveis tiveram redução de 1,95%. No caso da energia elétrica, a queda de 6,39% foi influenciada por descontos aplicados sobre as contas, por decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para recompensar os consumidores por um valor cobrado indevidamente. Porém a promessa de diminuição não chegou aos consumidores e no mês de abril diversos consumidores receberam bandeira tarifada vermelha.

Aposentadoria   de militares 

No Estado de Alagoas, segundo o Secretário da Fazenda, George Santoro, os militares e bombeiros respondem por 40% da despesa pessoal com servidores inativos e ativos. Entre aposentados e pensionistas eles representam 29%. Para o secretário, uma mudança nas regras de aposentadoria dos policiais militares é imprescindível  para o reequilíbrio nos gastos com inativos do Estado. A Reforma da Previdência, por exemplo, mesmo que aprovada integralmente pelos Estados, pode ter efeito limitado no alívio da despesa dos entes federados com inativos. Afinal, essas carreiras respondem em média por 22% das despesas estaduais, podendo chegar a 30% em determinados estados.

 Cancelamento de planos de saúde

As novas regras para cancelamento de Plano de Saúde começaram a valer na última quarta-feira, 10. A resolução cria regras específicas para quando o cliente quiser cancelar seu contrato com a operadora, seja individual, familiar ou coletivo, e só se aplica a planos de saúde contratados após 1° de janeiro de 1999. As principais mudanças são do pedido de cancelamento, o efeito ser imediato ao invés de cumprir o aviso prévio de 30 dias. Caso o titular queira deixar o plano familiar, os dependentes continuam com o direito de permanecer nesta apólice. Em caso de inadimplência o consumidor pode cancelar e contratar outros plano mesmo inadimplente e também pode negociar os valores em atraso posteriormente. Além dessas mudanças, a norma exige que a ANS fiscalize e acompanhe o cumprimentos destas garantias pelas operadores, Caso elas deixem de cumprir tais normas determinadas na resolução, estarão sujeitas a uma multa de até R$ 30 mil.

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