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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 919 / 2017

02/05/2017 - 09:18:00

Beco sem saída?

ELIAS FRAGOSO

O desgoverno petista e a geométrica alavancagem da corrupção como meio e fim por ele promovida, levou o país em 10 anos de uma das maiores promessas de desenvovimento no mundo à brutal crise que nos assola.  Deixou o povo (a quem eles tanto fazem loas) ao desalento, vem causando sofrimento atroz a mais de 20 milhões de brasileiros desempregados, exponenciou o perigo de conflagração social, dessarumou totalmente a economia, irresponsavelmente deixou de aproveitar as janelas de oportunidades demográficas e as benesses do crescimento da ecnomina global para realizar as reformas estruturantes que o país tanto precisa (pior, aliou-se aos “desenvolvidos” Bolívia, Equador, Venezuela, Cuba e “potências mundiais” similares, para dilapidar o meu, o seu, o nosso dinheiro, em projetos que só beneficiaram empreiteiros ladrões e políticos do naipe do chefe do bando.

O “novo governo” (na verdade um corruptela dos mesmos que vinham até então mamando no poder petista) destituido de liderança, envolvido até a tampa com e nos malfeitos petistas, e tendo a Lava Jato “fungando no pescoço” pouco pode fazer (coisa que venho falando desde o início dessa administração) em relação às reformas sem as quais nossas saídas se estreitam, o país afunda ainda mais e torna muito mais doloroso o resgate futuro ( e obrigatório) para toda a sociedade.

O Congresso Nacional, cercado por todos os lados em razão das suas estripulias, tenta encontrar uma saída que lhe tire a corda do pescoço. Busca sofregamente  a fórmula mágica – qualquer uma, legal ou não – que lhes assegure a reeleição, está preocupado unicamente com o seu umbigo. 

A Nação, o povo, está à deriva, abandonados que foram por seus lideres e dirigentes. Terreno fertilíssimo para aventureiros messiânicos já que no inconsciente coletivo há uma manifesta vontade de eleger “outros” que não “esses” que aí estão. 

Uma coisa é certa. É preciso restituir à sociedade os valores éticos dela roubados nos últimos anos, plantar novas sementes elegendo novos quadros não comprometidos com a corrupção e a roubalheira. Pessoas capazes de ajudar o Brasil na retomada do seu caminho e de criar as bases para o nosso futuro. Varrer para o lixo da história a escória que se locupleta e tira de cada um de nós o direito de sonhar e viver em um país melhor. 

Credibilidade é a palavra de ordem na próxima eleição. Deve ser o pilar para a escolha do eleitor. Chega de malandros na política. Gente que nunca deu um dia de trabalho e se arvora de “experts” para resolver os problemas do país. Aliás, é por essas e outras que estamos nessa situação. 

Temos tudo para ser uma Nação desenvolvida, mas as ratazanas não deixam. Hora de acordar e trocar a direção. É preciso dissipar a poeira tóxica que tomou conta das entranhas da vida pública brasileira.

Só assim, a luz voltará a aparecer no final do túnel.

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