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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 916 / 2017

12/04/2017 - 10:06:59

Champanhe dos momentos especiais para o dia a dia

JANIO FERNANDES

Na vida, existem algumas coisas que estão associadas a datas especiais. Quando alguém pensa em panetone, a primeira coisa que vem à imaginação é o Natal. Da mesma forma, quando se fala em champanhe, a grande maioria se refere a uma ocasião especial, mas champanhe pode ser consumida diariamente. 

Apesar de ser considerado um pouco caro, champanhe não é uma bebida reservada exclusivamente a casamentos nem a ocasiões especiais. Além desse fato é um excepcional companheiro de muitos pratos. No entanto, consumi-lo apenas em ocasiões especiais não é o único erro. Uma das confusões mais comuns surge do seu nome, porque as pessoas acreditam que se um vinho é branco e tem bolhas deve ser champanhe. Mas isso não é assim, basta ler qualquer livro que fale sobre vinhos.

Os vinhos espumantes têm nomes diferentes dependendo de onde eles vêm. No caso do champanhe, apenas os vinhos que vêm da região de Champagne, na França, estão autorizados a utilizar esse nome. Se vêm de outros países, é conhecido por outros nomes: Cava, por exemplo, da Espanha, ou melhor, da Catalunha. No caso da Itália, o Prosecco. Crémant, se vêm de diferentes regiões da França, e Sekt, se tiver sido produzido na Alemanha. 

Hoje em dia, em algumas cidades europeias e americanas, as pessoas estão deixando de ver esta bebida como exclusiva de momentos e ocasiões especiais. Isso se deve a vários fatores. O fato é que as pessoas estão começando a consumir vinhos espumantes diariamente, ou, pelo menos, mais frequentemente do que costumavam fazer. Isso porque os restaurantes já oferecem champanhe e espumantes em taça para acompanhar seus pratos, como é o caso do Bistrô Fernandes, que vem contribuindo para difusão dessa cultura entre os clientes. 

Muitos também não sabem que o vinho espumante, em geral, combina muito bem com um leque bastante amplo de pratos. Por isso, pensar que é uma bebida exclusiva para determinados momentos da vida, impede que as pessoas vivam uma experiência de harmonização valiosa. Pelo menos aqui no Bistrô Fernandes esse fenômeno está pegando força. 

Outro dia, conversando com o Eglon Bernardi, ele me fez uma pergunta muito interessante: “Jânio, você acha que um dia, em nosso país, as pessoas chegariam a consumir espumantes principalmente no verão como consumem vinho tinto ou cerveja” Bom, construir um hábito exige tempo e disciplina, mas se investirmos na formação dessa cultura, ainda veremos muita gente brindando com taças servidas de espumante ou champanhe nas refeições diárias. Saúde!

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