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20 de Novembro de 2018

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Edição nº 913 / 2017

20/03/2017 - 18:38:49

Vamos deixar acontecer novamente?

ELIAS FRAGOSO

A gestão pública e a política brasileira são irmãs siamesas na mais infame exploração desta Nação. Desde nossos primórdios. Suas estruturas foram construidas de forma refinada, “tijolo a tijolo”, para serem exatamente a antítese do que a população precisa. A área da saúde devia ser denominada de Ministério ou secretarias da morte tal o “exemplar” deserviço desumano horrivelmente mal prestado àqueles de quase nada tem. Um verdadeiro holocausto silencioso. A área da educação devia ser denominada de Ministério ou secretarias da mau ensino (mais poderia ter até um slogan: reduto de esquerdistozóides criminosamente incompetentes e má intencionados (quanto tempo levará para limpar essa sujeirada toda? Lembrando que estamos a décadas na rabeira do PISA, o exame que mede o desempenho dos países na educação.); A área da Justica e segurança merece um capítulo à parte mas, como o espaço é curto, vamos dizer que se chamaria de Ministério/secretarias da Injustiça e da Insegurança. Incapazes de fazer sua parte, levando de um lado, a população a viver cercada e com um medo surdo e avassalador que toma conta de todos, especialmente das pessoas que moram nas periferias e de outro, assaltada pelo desconforto das antimedidas protelatórias da nossa justiça nos caos escabrosos de corrupção comprovadas.

Já as áreas do bem estar social e da cultura. Deveriam ser alcunhadas, respectivamente de Ministérios/secretarias de mal estar social (nossos indices sociais são dos piores do mundo) e da Bossalidade cultural (um monte de pseudos intelectuais falando coisas boçais e teorias importadas, deixando de lado, de caso pensado, gigantes como Gilberto Freire, dentre outros). E o Bolsa família? Que nome mais adequado que bolsa miséria? Afinal faz jus aos seus criadores, miseráveis que roubaram o povo e querem que os outros, estes sim, miseráveis de verdade, pela sua última condição social, permanecem onde estão. Afinal, a “boiada” do Norte e Nordeste tem que assegurar os votos dessa canalha política que se diz defensora dos pobres.

Nessa injusta construção inversa “tijolo a tijolo”, não poderia faltar o Ministério e as secretarias da rapinagem oficial, encarregadas de extorquir empresários, multar a seu bel prazer, impunemente, empresas e pessoas físicas, perdoar dívidas dos poderosos e “botar pra quebrar” na cobrança rigorosa e injusta de impostos à classe média (que de média nada tem, são pobres se disfarçando de “menos pobres”). Lutadores desesperados para dar conta de pagar 5 meses de impostos para esses governos incompetentes e corruptos dilapidarem da pior forma esses suados recursos extorquidos do povo: pagando a um bando de “servidores públicos” que na verdade em sua imensa maioria só tem esse nome. E roubando/dilapidando o resto. 

Para aqueles que não sabem, de modo geral as comissões cobradas pelas “autoridades” governamentais macomunadas com políticos ladravazes giram em torno de 30% a 50% das “verbas” destinadas a realização das obras. Não à toa estradas recentemente inauguradas em menos de um ano estão intransitáveis; Estádios nababescamente construidos estão às moscas por que não há público para os eventos; Hospitais, escolas e creches estão contruídos às pencas país a fora. Todos pela metade (por que será? Lembram dos 50% de propina...).

Uma coisa precisa ser dita. Esse esbulho criminoso não tem apenas as digitais dos petralhas. Em absoluto. Todos os partidos da base aliada desse governo estão envolvidos em maracutaias. Todos.  Nós, o povo, somos roubados por essa conjunção maléfica de plutocratas, burocratas, políticos e fornecedores do Estado há séculos. E somente com a  despudorada e famélica roubalheira da seita lulopetista, a “suruba” tão bem escondida nos porões da safadeza há tanto tempo foi escancarada.

Agora, “eles” estão se macomunando de novo. Desta vez para “se perdoarem” do pecado do roubo e da corrupção que comprometeu o seu futuro, ou dos seus filhos ou dos seus netos. Desta vez a “poção magica” para eles ( fel para nós, o resto) está sendo adredemente urdida na calada das noites brazilientes entre o executivo, o legislativo e o judiciário, com o alegre apoio de grandes empreiteiros, dos grandes capitalistas do país, dos bancos e etc.

É bom lembrar, esse covardes não resistem ao povo nas ruas. Esse é o antidoto às suas artimanhas. 

Ou nós vamos deixar isso acontecer novamente?!!!

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