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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 908 / 2017

07/02/2017 - 10:17:08

Investimentos ampliam segurança dentro dos presídios

Servidores qualificados fazem uso de ferramentas tecnológicas para evitar que materiais ilícitos entrem nas unidades prisionais

Maysa Cavalcante Fotos: Jorge Santos

O investimento em modernização com a aquisição de equipamentos tem ampliado a segurança dentro das unidades prisionais de Alagoas. Segundo dados da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris), somente em 2016 mais de quarenta pessoas foram flagradas pelos agentes penitenciários portando materiais ilícitos durante o processo de revista.


Detectores de metal portal e manual, esteiras de raio-X e banquetas são alguns dos recursos utilizados para evitar que itens proibidos entrem nas unidades. Os equipamentos possibilitam  uma análise minuciosa de alimentos e objetos levados pelos visitantes de forma célere e segura. Além disso, a tecnologia utilizada contribui com a manutenção da dignidade e integridade dos visitantes, evitando as revistas vexatórias.
Outro recurso utilizado que vem alcançando resultados significativos é o videomonitoramento. Com as 440 câmeras instaladas no sistema prisional é possível realizar o acompanhamento em tempo real da movimentação nas unidades. De acordo com o secretário Executivo de Gestão Interna da Seris, major PM Marcos Henrique do Carmo, os investimentos em equipamentos de segurança e capacitação dos agentes penitenciários são ações permanentes adotadas pelo governo.


“Já realizávamos ações dentro da política de segurança da Seris há um bom tempo, mas temos intensificado esse trabalho. Além dos equipamentos já utilizados pelos agentes penitenciários, iremos implantar scanner corporal em todas as unidades. Os bloqueadores de celular que estão em fase de contratação também vão potencializar o trabalho de segurança. Aliadas à capacitação dos agentes penitenciários, essas medidas vão garantir mais tranquilidade nos presídios”, revela.


Entre os materiais ilícitos mais apreendidos em 2016 estão as substâncias entorpecentes, celulares e chips. “A modernização é importante, mas não podemos deixar de enaltecer o excelente trabalho desempenhado pelos agentes penitenciários, refletindo diretamente no número de apreensões realizadas”, conclui o major Marcos Henrique do Carmo.

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