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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 903 / 2016

03/01/2017 - 10:05:08

Pavimentação muda vida de moradores do Agreste e do Sul de Alagoas

Governador Renan Filho entrega rodovia à população nesta sexta-feira

Texto: Tais Albino Fotos: Aílton Cruz

Com seus 95 anos, José Joaquim dos Santos morou a vida toda ás margens da rodovia AL-105, em Pindorama – cooperativa situada no município de Coruripe, Sul do Estado -, e sempre dependeu dela. A poeira, a lama e a dificuldade de locomoção no inverno faziam parte de sua vida.  Mas quando seu José mais precisou da Rodovia Pindorama- Bolivar, que liga o Agreste ao Sul de Alagoas, ela estava pronta. 

“Eu estive muito doente, precisava chegar à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima, se não fosse a estrada nova eu não teria chego tão rápido”, explicou seu José. 

São 25,144 quilômetros de trecho implantado e pavimentado que serão entregues à população nesta sexta-feira (23) pelo governador Renan Filho.  A redução da distância vai abrir precedentes para o crescimento econômico, turístico, social e principalmente ajudar no escoamento da produção da Cooperativa Pindorama.  

A agricultora Alicia Ribeiro, que trabalha indiretamente para a Cooperativa Pindorama, afirma que a pista tem sido decisiva para a agricultura da região e principalmente para sua vida. 

“Comecei a trabalhar de verdade depois da pista, o emprego esteve aqui me esperando, mas eu não tinha como chegar. As únicas formas eram de bicicleta, com algum animal, ou a pé e era impossível do jeito que a pista era. Hoje eu venho de bicicleta e chego em quinze minutos. A minha vida mudou”, relatou a agricultora.  

Dona Josefa Vinheira, esposa de José Joaquim, tem quase 80 anos e sai pouco de casa. É aposentada, planta alguns legumes para consumo próprio no quintal de sua casa de taipa e conta sobre a distância de seus três filhos que moram em Maceió. 

“Recentemente um dos meus filhos veio me visitar. Eu fiquei muito feliz, mal saio de casa. Antes essa estrada era muito esburacada, levava umas três horas para vir de Maceió para cá. Eu sei que era complicado para eles, mas agora está diferente”, conta Josefa. 

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