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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 901 / 2016

12/12/2016 - 21:00:27

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

Como sair do fundo do poço

A recessão vem levando muitos brasileiros da classe média ao fundo do poço. São exatamente os chamados “coxinhas” que culpavam a presidente Dilma Rousseff como provocadora de uma crise que se vinha se alastrando pelo primeiro mundo (países ricos) desde 2008 e, só chegou aqui nos últimos anos do governo dela. A economia despencou, exceto os setores bancário e o agronegócio, que ainda garantem ao Brasil o oitavo maior PIB mundial. Era como na década de 1970 quando o então presidente da República, Emílio Médici, dizia” a economia vai bem, mas o povo vai mal”. 

Para sair do “atoleiro”, o consumidor só tem uma saída: negociar seus débitos, procurar viver de acordo com o que ganha, economizando ao máximo seus gastos, mudando de hábito e pesquisar muito antes de comprar. Jamais usar o cartão de crédito parcelado, o cheque especial e ir tomando empréstimos de longo prazo. Os juros vão continuar subindo, por ser a única maneira de o governo controlar a inflação e beneficiar os bancos. Promete cortar gastos mas só atingindo o pobre e classe média. 

Dinheiro extra

Quem ainda não recebeu o décimo terceiro salário (servidores públicos do Estado e municípios) e aqueles da iniciativa privada, deve usar o dinheiro para três opções: pagar o que deve, poupar ou consumir. A primeira opção é a que se constitui na economicamente correta, mesmo que o total a receber só consiga mesmo quitar tudo, pedindo inclusive redução ou isenção de juros e multas. 

Pesquisando preços

É a palavra de ordem num país em plena recessão. Eles diferenciam muito de um local para outro, dando a chance de o consumidor conseguir um bom negócio, desde que realmente pesquise nos vários pontos de venda e compre à vista, com desconto especial. 

Importados

Continuam caros, principalmente os que vêm da Europa e EUA. O dólar vai continuar supervalorizado diante do real, e isso provoca aumento nos preços desses produtos. Adquira os similares nacionais, bem mais baratos e que fazem o mesmo efeito. Ao invés dos vinhos europeus, os produzidos na Serra Gaúcha ou Vale do São Francisco. 

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