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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 900 / 2016

06/12/2016 - 11:36:53

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

Seu bolso

O número de desempregados praticamente dobrou nos últimos seis meses, o que mais uma vez comprova que a economia brasileira se encontra no fundo do poço, em profunda recessão. E deve continuar assim. A produção vem caindo em todos os setores, o que leva o Produto Interno Bruto (soma de tudo que se produziu no País em um ano), ser mais uma vez negativo, embora o agronegócio ainda continue exportando. Mas pode piorar mais ainda caso os EUA, a partir de janeiro, adote medidas protencionistas.

O assalariado, tanto da iniciativa privada como da pública, deve mais do que nunca, procurar se conscientizar da real situação brasileira. Reajuste salarial, nem pensar! O governo quer, com sua proposta de corte de gastos públicos, atacar exatamente a força de trabalho, ao contrário dos que se encontram no topo da pirâmide social: marajás dos serviço público, empresários e executivos da iniciativa privada. Assim, procure economizar ao máximo e ainda fazer uma reserva financeira, para alguma emergência: desemprego, por exemplo. 

Bolsa Empresário

Ela existe, ao contrário da Bolsa Família dos pobres, que muitos criticam. A primeira é via subsídios (indústria e agronegócio) e juros altos (comércio, serviços, incluindo os bancos, maiores beneficiados). Isso não vai ter cortes na proposta do governo. Mas para os pobres, vai sim, reduzir cada vez mais, até acabar definitivamente.  

Dinheiro esperado

Servidores públicos e empregados da iniciativa privada, receberão até o dia 20 de dezembro o tão esperado décimo terceiro salário. Alguns já receberam a primeira parcela. Nos dois casos, a dica é: primeiro quitar o que deve, consumir e poupar. 

Na hora de comprar

Vá com tempo livre para pesquisar preços, conversar com os vendedores, pedir descontos e só comprar à vista. Se for pelo cartão de crédito, que seja com a certeza de que vai pagar o total da fatura, no seu vencimento. Nada de amortizar (pagar o mínimo e ir rolando a dívida), pois o prejuízo é incalculável e impagável. Evite isso!

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