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18 de Setembro de 2018

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Edição nº 897 / 2016

15/11/2016 - 08:40:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

Como será o amanhã?

O que vem ocorrendo na Argentina: inflação galopante, queda do PIB, fim dos programas sociais e empobrecimento da população, vai se reptir no Brasil. Os ricos ficarão mais ricos e os pobres mais pobres. É o neoliberalismo de Macri e Temer, que enganam a população com medidas de cortes de gastos públicos, exatamente tendo como principal meta priorizar os banqueiros, grandes industriais e os latifundiários. Tanto lá como cá, o que o presidente quer, o Congresso aprova, exatamente porque serão beneficiados. 

A economia é de mercado, onde o lucro é o principal objetivo, com o governo se afastando cada vez mais da área social e entregando tudo à iniciativa privada. Empresas estatais serão privatizadas, vendidas à iniciativa privada. Já começou com a abertura do pré-sal, riqueza que o Brasil tem e os americanos, asiáticos e europeus tanto sonham em possuir. Depois será a própria Petrobras, seguida do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios. E vem mais por aí: reformas previdenciária e trabalhista.

Nossa parte

É procurar viver de acordo com o que ganha, mudando os hábitos de consumo, pesquisando preços e só comprando o que é estritamente necessário. Jamais utilizando o cartão de crédito para pagamento parcelado, assim como o cheque especial. Economizar nas contas de luz, água, combustível, que são de responsabilidade do governo, que obviamente vai reajustar os preços.

Procon dos ricos

Órgão de defesa do consumidor, sempre foi o local certo para o consumidor reclamar de seus direitos. Funcionou por muitos anos, no Centro, atrás do Palácio do Governo, depois se transferindo para um casarão da Ladeira do Brito, também Centro. Agora, resolveu se instalar na Rua Goiás, no Farol. Um pobre que mora na parte baixa da cidade, entre a lagoa e o mar, terá que se utilizar de dois ônibus para ser atendido pelo Procon.

O lugar certo

É exatamente o Centro da cidade, assim como é na maioria das capitais brasileiras. O governo do Estado possui vários imóveis no Centro, sem utilização, como o edifício de 10 andares do antigo Produban. Não precisa comprar o Edifício Palmares, com 13 andares, já que o primeiro é disponível para vários órgãos públicos. 

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